Bull market na Bolsa de Valores: o que é e quanto tempo dura

O bull market na Bolsa de Valores é o nome dado para os períodos de otimismo, quando as ações sobem de forma generalizada dentro do intervalo de alguns anos. Inspirado no movimento de ataque do touro, que projeta seus golpes de baixo para cima, ele indica uma tendência de alta nos mercados.

Uma valorização forte, vigorosa e consistente como um touro é de animar qualquer um, não é mesmo? 

Mas, tanto em cenários de alta, quanto de baixa, é preciso operar com cautela e não deixar a euforia tomar conta.

Então, como saber se estamos passando por um bull market e como aproveitar melhor esses períodos na Bolsa de Valores?

Para responder esses e outros questionamentos estratégicos sobre os movimentos do mercado, organizamos este conteúdo da seguinte maneira: 

  • O que é bull market
  • Origem do nome bull market
  • Diferença entre bull market e bear market
  • Quanto tempo dura um bull market?
  • Bull markets que marcaram a história da Bolsa de Valores
  • Estamos em um bull market na Bolsa de Valores?
  • Cuidados ao investir em um bull market

Além de conhecer detalhes sobre o conceito de bull market na Bolsa de Valores, vamos analisar esse fenômeno do ponto de vista histórico, para descobrir como se comportar nesses períodos.

Vamos juntos?

O que é bull market

Entenda o que é Bull Market, ilustração

Bull market é o nome dado para períodos de crescimento consistente dos preços das ações negociadas na Bolsa de Valores, de forma progressiva e acelerada. Esse é um momento caracterizado pelo otimismo dos, quando eles intensificam suas compras e os preços dos ativos crescem com a demanda aquecida.

Para afirmar que o momento do mercado é de otimismo e crescimento no estilo bull market, muitas vezes é usado o valor de um índice como referência, como o índice Ibovespa, o principal indicador da Bolsa brasileira.

Assim, se ele sobe em torno de 20% em relação ao seu menor preço e mostra consistência nesta alta, é possível afirmar que temos um bull market. Vamos entender melhor?

Como um bull market se forma no mercado?

A valorização dos ativos negociados nas bolsas de valores é associada a momentos de crescimento econômicos, porém é preciso entender que eles costumam ocorrer depois de um grande declínio ou cenário de economia fraca.

É preciso entender que o mercado de ações está mais conectado com o que vai acontecer no futuro, do que com a situação atual. Ou seja, ele tenta antever o que vai acontecer em alguns meses ou anos. No caso do bull market, os preços sobem porque a visão generalizada é otimista.

Assim, o bull market costuma se formar a partir das cinzas do momento anterior ou por alguma mudança econômica consistente e repleta de oportunidades para o que vem a seguir.

Digamos, por exemplo, que um país enfrente uma crise econômica que traga desemprego, diminua a atividade econômica, provoque contração no consumo e na renda das pessoas. É normal que, neste cenário, as empresas lucrem menos. O mercado, naturalmente, precifica isso. 

Agora, quando a situação se altera e os investidores passam a ficar otimistas para o futuro, o bull market tem início. Mas ele só será confirmado se a melhora realmente for consistente e os número comprovarem o otimismo.

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Banner baixar relatório de BDRs, ilustração

Origem do nome bull market

Existem algumas origens e explicações para o nome bull market e o bear market, que é a situação inversa da primeira. Esses dois animais, o touro e o urso, estão presentes no território americano e são símbolos de força brutal.

O mercado de ações também não pode ser dominado, porém, mostra certas tendências de alta ou baixa que o senso comum associou com a forma com que esses dois animais atacam seus oponentes ou presas.

O touro usa um movimento de alavanca com seus chifres para tirar o adversário do chão. O urso, por sua vez, usa seu peso e força para abafar o oponente, ficando de pé e, então, encobrindo sua presa.

Parece um relato que você está acostumado a assistir na National Geographic, certo?

Mas há uma lógica: períodos de otimismo, com ações subindo, são associados ao touro, enquanto períodos de desânimo e desconfiança, com preços caindo, são associados ao urso.

E o Charging Bull de Wall Street?

Também não podemos deixar de citar o Charging Bull, uma estátua de bronze pesando 3 toneladas e meia que durante um tempo, ficou colocada no coração de Wall Street, bem na frente da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE).

Um endereço especial para o mercado de ações e, diga-se de passagem, bem perto também da Warren Street, que nesse caso, é ainda mais especial para nós, já que foi a inspiração para o nome da Warren.

Segundo o artista italiano que idealizou e executou a obra do Charging Bull, Arturo Di Modica, ele decidiu produzi-la depois do colapso de 1987 para mostrar sua confiança no poder e força do povo americano de se reerguer.

O que nada mais seria, se não, um movimento de bull market, certo?

Ainda abordaremos o histórico de bull markets, mas já podemos dar um spoiler que, coincidência ou não, o ano de instalação do Charging Bull viu a retomada do mercado em grande estilo.

Quais os movimentos associados ao Charging Bull?

A estátua executada por Arturo Di Modica mais tarde foi transferida em outro ponto da cidade por conta do crescente interesse turístico, mas continuou sendo um destaque e, até mesmo, palco para mobilizações relacionadas ao mercado financeiro.

Uma das mais famosas foi a “Fearless Girl”, a estátua também em bronze de uma menina destemida encarando o touro de Wall Street.

Ela foi encomendada pela State Street Global Advisors (SSGA), um fundo de investimentos norte-americano que queria colocar os holofotes do mercado para a importância da diversidade de gênero na liderança corporativa.

Essa ação foi muito premiada e a menina destemida, que virou um símbolo mundial do empoderamento feminino, agora está posicionada a frente da Bolsa de Valores de Nova York.

Mas por que estamos contando essa história toda? 

Porque a Warren também compartilha desse olhar para as políticas de equidade e valorização da liderança feminina e, por isso, criamos um fundo de investimentos dedicado a empresas que estão nessa sintonia.

O Warren Equals investe em ações de empresas com políticas de equidade de gênero e que também tenham boas performances. Entre as empresas que o fundo investe, é possível citar Natura, Coca-Cola e Magazine Luiza

Não sabemos sua opinião, mas por aqui achamos que essas histórias e nomenclaturas deixam o mercado de ações e Wall Street ainda mais interessantes.

Agora que você já entendeu o que é o bull market, vamos entender em detalhes a situação inversa ao bull market, o bear market.

Diferenças entre bull market e bear market

Já adiantamos que bull market é o nome dado para o mercado em alta e o bear market ocorre quando os preços caem, porque pessimismo toma conta dos agentes financeiros.

Esses dois momentos também produzem comportamentos e estratégias bem distintas. 

Entenda melhor no quadro comparativo:

Bull MarketBear Market
Representado pela figura do touro, que ataca seu oponente lançando-o para cimaRepresentado pela figura do urso, que ataca seu oponente de cima para baixo, usando seu peso para abafá-lo
Os investidores desses momento são chamados de bulls ou bullish, porque estão otimistas com a valorização dos ativosOs investidores pessimistas, que acreditam na piora do mercado são chamados de bears ou bearish
Pode ser identificado a partir do aumento médio de 20% no valor do índice, de uma forma geralPode ser identificado a partir de uma baixa média de 20% no valor de um índice, de forma geral
A economia está crescendo ou dando sinais de melhoraA economia está retraindo ou dando sinais de que vai cair
A relação de demanda e oferta mostra maior interesse de investidores querendo comprar e poucos querendo vender, o que também faz o preço das ações subiremA relação de demanda e oferta mostra maior interesse em vender e poucos investidores querendo comprar, o que ajuda a diminuir o preço das ações
Cenário de otimismo com o futuroCenário de pessimismo com o futuro

Quanto tempo dura um bull market?

Saiba quanto tempo dura um bull market, ilustração

Não é possível prever o tempo de duração de um bull market, quando ele vai começar ou terminar.

Essa imprevisibilidade, aliás, é uma característica do mercado de renda variável, que é afetado pelas variações macroeconômicas e microeconômicas, além de decisões importantes nos segmentos de mercado ou mudanças de gestão de empresas que negociam seus papéis na bolsa.

Quem deseja saber como investir na bolsa deve ter esse fato como premissa básica para ingressar no mercado sabendo o que vai fazer.

Porém, sempre é possível usar um pouco de análise de dados para identificar alguns padrões. Avaliando historicamente os últimos bull markets nas bolsas de valores mundiais, seu tempo médio de duração foi de 720 dias úteis.

Quais as fases do bull market?

Também podemos usar a teoria de alguns economistas e analistas do mercado de ações que mostram que o bull market tem três principais fases. 

São elas:

Primeiro estágio: acumulação

Normalmente ocorre no final de uma fase bear market, quando o pessimismo ainda prevalece e, por isso, os preços das ações ainda estão mais baixos.

No entanto, os motivos que levaram à derrocada do mercado já são conhecidos e, portanto, seus danos já foram estimados e precificados. 

Assim, alguns players do mercado começam a aproveitar a oportunidade de compra com preços baixos.

Como é de se esperar, esse momento é muito sutil e difícil de ser identificado. Na maioria das vezes, ainda existem mais investidores bearish do que bullish no mercado.

Segundo estágio: participação pública

A partir desse segundo estágio, os preços já começam a subir. 

O cenário pessimista dá lugar para o otimista com o aparecimento de alguns dados econômicos que apontam sua melhoria.

Os investidores ficam motivados pela crescente otimista e retomam suas negociações procurando oportunidades, o que acelera a valorização das ações. Traders tomam suas posições de longo prazo nessa fase, principalmente, que é a que dura mais tempo no bull market.

Terceiro estágio: excedente

Nessa fase, o mercado já está em alta e bem aquecido. 

Os investidores que compraram no início do bull market começam a reduzir suas posições vendendo para os novos participantes, que esperam que os retornos passados continuem acontecendo.

Porém, esse estágio já está bem próximo do pico do bull market, o que significa que a fase seguinte poderá ser de estagnação, quando o mercado “anda de lado” sem grandes alterações, ou, cai, iniciando outra fase de bear market.

Nesse cenário, os agentes que antecipam os movimentos do mercado conseguem otimizar seus ganhos, porque encerram suas posições ou mudam a direção dos investimentos antes da queda.

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Bull markets que marcaram a história da Bolsa de Valores

No mercado financeiro, é sempre muito valioso visualizar eventos como o bull market no passado e relacionar com o contexto econômico da época, afinal de contas, vale como um exercício para aguçar a visão do investidor para encontrar pistas e padrões em situações futuras.

Crescimento pós Grande Depressão

A Grande Depressão de 1929 fez com que os principais indicadores do mercado de ações caíssem em torno de 86% até em meados de 1932, quando a tendência se inverteu com a instalação de um bull market, e os investidores acompanharam uma alta de 325% nos cinco anos seguintes.

Para quem gosta de história, esse movimento foi impulsionado pelo New Deal, programa marcado pelo investimento ostensivo do governo americano na economia.

Investimentos para a Segunda Guerra Mundial

O ataque de Pearl Harbor aconteceu no final do ano de 1941 e marcou a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial.

O país precisou responder rápida e de forma intensa às ameaças japonesas e, para isso, as indústrias bélica, aeronáutica, dentre outras, ganharam fortes investimentos.

O índice S&P 500 cresceu 158% entre 1942 e 1946. No entanto, esse foi um crescimento considerado artificial, já que teve grande influência do governo e em setores específicos.

A partir de 1946, a economia americana entrou em recessão e o índice abriu uma queda de 30%, caracterizando um bear market.

Prosperidade do pós-guerra

Depois do fim da guerra, os Estados Unidos começaram a viver uma fase de prosperidade que ficou marcada pelo nascimento dos Baby Boomers e o fortalecimento do slogan “American Dream”, quando todos queriam viver o sonho americano.

Mais bullish, impossível, certo? Pois mais uma vez, o indicador S&P 500 cravou um aumento de 266% na sua valorização.

Reações à Guerra Fria

Depois de um bear market provocado por crises diplomáticas em território europeu e pela desvalorização do mercado norte americano depois do lançamento do Sputnik pela União Soviética, a resposta dos Estados Unidos fez com que suas ações voltassem a valorizar.

Entre outubro de 1957 e dezembro de 1961, o índice S&P 500 subiu 86% em mais um bull market histórico.

Aliás, quem já observava e encontrava oportunidades no mercado de ações nessa época era o jovem Warren Buffett.

Crescimento da força de trabalho americana

Em 1966, o mercado americano viveu o bull market mais curto da história, com 17 meses de duração e uma valorização das suas ações em 50% até 1968, quando uma série de acontecimentos derrubou o otimismo do mercado.

Entre eles, uma série de ataques surpresas dos vietnamitas contra os norte americanos durante a guerra, o assassinato de Martin Luther King Jr e Robert Kennedy

Tudo isso, e até mesmo a vitória de Nixon nas eleições, fez com que um novo bear market iniciasse.

Estímulos econômicos do governo americano

Com políticas do governo de Ronald Regan cortando impostos para estimular a economia, o índice de desemprego caiu e os investidores bull foram ao mercado. Entre 1982 e 1987, o índice S&P 500 cresceu aproximadamente 27% no período.

Porém, em um dos eventos mais icônicos do mercado de ações, em uma fatídica segunda-feira que ficou conhecida como “Black Monday”, o índice Dow Jones caiu 22,6% de forma assustadora.

Um dos motivos para esse acontecimento ter impactos tão grandes em um curto espaço de tempo foi que, naquela época, as negociações via computadores, que são mais ágeis, estavam começando a se intensificar.

Efeitos da alta do petróleo

Depois da black monday, que também ajudou a alavancar os ganhos de investidores como Nassin Taleb, que mais tarde escreveu o aclamado livro “Skin in the game”, um novo bull market foi experimentado pelas bolsas de valores.

Os índices subiram 65%, porém, esse foi o segundo bull market mais curto da história até então, já que durou entre dezembro de 1987 e julho de 1990.

O maior bull market da história

O nascimento da internet e todas as possibilidades que ela proporcionou garantiu o maior bull market da história, com o aumento de 400% de valorização do mercado de ações entre os anos 1990 e 2000.

Valorização do mercado de imóveis nos EUA

O otimismo do bull market na década de 1990 foi abafado pelo bear market que o sucedeu, também conhecido como bolha das “pontocom”. Como resposta a esse evento, o governo americano continuou investindo em políticas de juros baixos para estimular a economia.

Essa injeção de crédito no mercado imobiliário fez com que um bull market com valorização de 102% fosse percebido entre 2002 e 2007.

Mas, como se sabe, esse cenário não se provou sustentável: muitos americanos não conseguiram pagar suas dívidas, começaram a dar calote e o maior bear market depois da grande depressão se instalou, levando bancos e outras instituições financeiras tradicionais, à falência na “crise do subprime”.

Mas, e agora, o mercado está para bulls ou bears?

Estamos em um bull market na Bolsa de Valores?

Bull market em 2020, ilustração

No contexto brasileiro, podemos dizer que, sim, estamos em um período de bull market, com o índice Ibovespa em alta há alguns anos. 

O bull market que vemos em 2020 começou por volta de 2015, quando a taxa básica de juros, a Selic, começou a cair após atingir seu topo no período recente. 

O Brasil acabava de passar pela maior recessão do século e precisava organizar suas finanças para voltar a crescer.

O otimismo com a retomada econômica, a queda da taxa de juros, que segue empurrando mais investidores para a renda variável, e a agenda liberal adotada pelos governantes impulsionaram o preço dos ativos, levando o Índice Ibovespa ao topo histórico no início de 2020.

Fase do bull market atual

Mas em qual fase do bull market estamos atualmente? Será que estamos próximos de uma fase de excedente e vamos mergulhar novamente em um bear market?

Como explicamos, não é possível prever início, duração ou fim de um bull market, porque muitos fatores internos e externos influenciam o movimento do mercado.

De fato, não há um consenso nem entre investidores, nem entre analistas e gestores. E é por isso que o mercado financeiro é tão fascinante: essa eterna disputa entre versões. 

De maneira geral, no entanto, é possível observar que o índice Ibovespa ainda está longe das máximas observadas quando o índice é corrigido pelo dólar. Olhando sob essa perspectiva, é possível afirmar que ainda há espaço para o otimismo dos investidores.

Mas é claro que a pandemia provocada pelo novo Coronavírus virou essa realidade do avesso, porque as medidas de isolamento social tiveram um fortíssimo impacto sobre a atividade econômica, com estimativas do mercado financeiro de queda de 6% no PIB brasileiro em 2020.

Isso explica a queda da Bolsa de Valores no mês de março, enquanto a recuperação verificada nos últimos meses pode ser justificada pela melhora dos indicadores de algumas empresas e pela confiança em uma retomada rápida.

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Cuidados ao investir no bull market

A seguir, listamos alguns cuidados que você precisa tomar ao investir em um cenário de bull market, quando o otimismo toma conta dos investidores.

Gerencie a euforia

Depois de entender que o bull market tem fases, fica fácil entender por que é preciso gerenciar a euforia, não é mesmo?

Mesmo que o mercado já esteja se aproximando do pico do bull market, ainda é possível fazer negociações lucrativas, porém, é preciso agir com cautela para não se expor demais aos riscos.

Isso vale tanto para o volume de ações compradas, como também na escolha dos papéis que você vai adquirir. Em outras palavras, é preciso analisar com racionalidade o momento, sem se deixar levar pela emoção.

Identifique os ativos com preços esticados

Em tese, ativos com preços esticados são aqueles que vêm crescendo desde o início do bull market, descolando-se dos fundamentos da empresa. 

Esses papéis têm menor potencial de gerar retorno, porque o upside é menor.

A questão, aqui, é identificar esses movimentos e saber avaliar se o mercado está sendo demasiadamente eufórico com uma empresa, ou se ela está de fato entregando resultados consistentes para justificar a alta. 

Encontrar oportunidades pode ser complexo

Identificar o início de um bull market, quais as as ações que estão com preços vantajosos e quais papéis têm maior potencial de valorização não é simples, nem mesmo para os investidores mais experientes.

Em muitos casos, você vai precisar de anos estudando o mercado para conseguir identificar essas oportunidades por conta própria, principalmente no fim de períodos de bull market.

Por isso, muitos investidores que não têm tempo para isso acabam delegando essa gestão aos especialistas. Uma boa alternativa para aproveitar momentos de valorização no mercado de ações é investir em um fundo de investimento em renda variável com gestão ativa.

Os fundos de ações, por definição da Comissão Mobiliária de Valores (CVM), possuem, no mínimo, 67% de ações e os gestores trabalham ativamente para realizar a melhor performance possível.

Nesse caso, você não precisa analisar os movimentos da Bolsa por conta própria: a gestão do seu patrimônio investido nessa modalidade será realizada por especialistas.

Foque no longo prazo

A Bolsa de Valores é o melhor investimento para quem foca no longo prazo, porque o valor das ações acompanha o lucro das empresas, que tem tendência de crescimento em economias de mercado.

Por isso, quem foca no longo prazo não perde tanto tempo com análises de bear market e bull market. 

Como a Bolsa de Valores tem, de forma consistente, uma tendência de alta quando se analisam grandes janelas temporais, o bear market acaba sendo apenas uma oportunidade para comprar ativos a preços descontados.

Para especuladores e investidores de curto prazo, no entanto, identificar essas janelas é essencial.

Estude sempre

Não existe previsibilidade no mercado de ações e muitos investidores costumam julgá-lo inapropriado para seu perfil, levando em consideração suas crenças ou histórias que ouviram sobre perdas que outras pessoas vivenciaram no mercado de ações.

Em geral, essa frustração com a Bolsa de Valores vem acompanhada por desconhecimento sobre o mercado financeiro e a precificação dos ativos. 

Por isso, sempre é válida a recomendação de buscar mais conhecimento através de livros, mentores, fontes confiáveis na Internet, influenciadores e cursos em geral.

Dessa maneira, você aumenta seu repertório não apenas sobre bull market, mas sobre tudo que permeia o mercado financeiro, e passa a tomar decisões com maior segurança sobre o destino do seu patrimônio.

Na Warren, funciona assim: depois de conhecer o seu perfil de investidor por meio do suitability, nós sugerimos uma alocação para você, com base nos seus objetivos e preferências.

Depois, você analisa essas alocações e pode sugerir alterações, ou aceitar e começar a investir rumo à independência financeira

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