Como a Warren protege os seus investimentos em momentos de crise?

Bom, você já sabe que o mercado financeiro tem vivido instabilidade e volatilidade desde o início da pandemia do novo coronavírus. Já produzimos outros conteúdos sobre este assunto e você pode conferir todos eles aqui no nosso blog, clicando aqui.

Hoje, estamos aqui para falar como a Warren protege os investimentos dos clientes em períodos como este.

A criação das carteiras adequadas e o rebalanceamento delas são os fatores principais que conferem mais segurança aos investimentos. Além disso, somos regulados e fiscalizados pelos maiores órgãos do mercado financeiro, como a CVM, a ANBIMA e o Banco Central.

Portanto, continue a leitura e saiba mais.

Carteira administrada e rebalanceamento

Carteira administrada e rebalanceamento, ilustração

O nosso processo de sugestão de carteiras leva em consideração o perfil de investidor do cliente e, também, os objetivos dele. Com isso, a carteira montada é perfeita, com uma alocação pensada conforme a tolerância ao risco deste investidor e as necessidades de volume, liquidez, risco e prazo

Para fazer isso, nós utilizamos tecnologia para descobrir o seu perfil de investidor, cruzar esse dado com a criação dos seus objetivos e sugerir o portfólio perfeito para você. É uma alocação que busca os melhores rendimentos de acordo com a sua tolerância ao risco.

Para incrementar a relação de risco e retorno de seu portfólio, são cruciais os rebalanceamentos que realizamos periodicamente. São dois tipos principais: passivo e ativo. E você pode saber mais detalhes sobre o rebalanceamento feito pela gestão da Warren clicando aqui.

Nosso gestor de recursos, Thomaz Fortes, aponta os principais pontos que conferem segurança à carteira dos clientes da Warren:

  • Diversificando a carteira ao máximo
  • Escolhendo ativos individuais que se beneficiem em momentos de estresse
  • Realizando rebalanceamento estratégico nas carteiras, considerando o information ratio e a eficiência tributária

“Nunca recomendamos um ativo sozinho, mas, sim, um portfólio. Isso equilibra os ganhos e as perdas e dá mais segurança às carteiras dos nossos clientes”, explica.

Confira este episódio da nossa série Oi, Gestor, em que falamos sobre a primeira queda brusca da Bolsa Brasileira ocorrida pelos avanços do coronavírus, no final de fevereiro de 2020:

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Segurança institucional

Segurança institucional, ilustração

Como falamos no início deste texto, somos devidamente credenciados e fiscalizada pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e Banco Central e aderentes da Anbima, a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais.

Além disso, também mantemos uma auditoria independente que fiscaliza todos os processos internos, como política de risco, código de conduta e ética.

Mas e se a Warren quebrar?

Nós somos uma Gestora, Administradora e Corretora. Ou seja, não somos nós que emitimos os produtos nos quais você investe. Os fundos de investimento possuem CNPJ próprio e o patrimônio deste fundo não se mistura ao patrimônio das instituições financeiras que cuidam dele.

Ou seja, o fundo é uma entidade separada da gestora, da administradora, da custodiante e de qualquer outra instituição que contribua para o seu funcionamento

Então, se a Warren tiver algum problema, seus ativos continuarão custodiados na instituição financeira custodiante dos produtos que a Warren distribui. Por exemplo, os fundos de investimento da Warren têm custódia no Santander. Fundos de outras gestoras que a Warren oferece têm custódia no Bradesco e BNY Mellon. 

Ficou com alguma dúvida? Por favor, deixe nos comentários deste post, nos acione por qualquer um dos nossos canais de comunicação nas redes sociais ou acione o chat do app.

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