Tecnológica na essência: lideranças da Warren contam como é o dia a dia das equipes de tech por aqui

Desde que surgiu, em 2017, a Warren nasceu com a tecnologia em sua essência. 

A missão de descomplicar o mercado financeiro não poderia ocorrer de outra forma: só conseguimos nos tornar a maior administradora de carteiras de investimentos no Brasil porque unimos a potência dos humanos ao melhor da tecnologia.

Hoje, 30% dos nossos colaboradores trabalham diretamente com a tecnologia que permite à Warren entregar uma solução de investimentos completa.

São pessoas que atuam em frentes como engenharia de software, gestão e design de produto, programação back-end e front-end, desenvolvimento iOS e Android, ciência de dados, entre outras.

O ecossistema tech, aqui na Warren, é vasto. E para entender os seus bastidores, nada melhor do que ouvir quem faz isso tudo acontecer no dia a dia. Convidamos nosso CTO, André Gusmão, e nosso Diretor de Engenharia, André Eberhardt, a abrir as portas por trás do algoritmo. 

Com estes dois líderes, conversamos sobre como as equipes de tecnologia na Warren estão estruturadas, quais os desafios que nos motivam diariamente e quais as principais características de quem trabalha em suas equipes. 

E claro, ao final, você descobre como fazer parte. 

Vamos lá?

Uma estrutura capaz de aliar tecnologia e estratégia de negócio 

Quando olhamos para a organização interna de startups e empresas contemporâneas com foco em crescimento, é comum nos depararmos com uma estrutura em que as equipes se distribuem em squads, tribos e chapters — o que se popularizou como o “modelo Spotify” já há alguns anos.

Na Warren, essa também é nossa realidade. Mas antes de explicarmos o que esse modelo significa no nosso dia a dia, vale a pena dar um passo atrás e entender por que chegamos até ele.

André Gusmão, Chief Technology Officer e cofundador da Warren, comenta o seguinte:

“Quando a gente começou a crescer e evoluir no ritmo de uma startup, a gente se deparou com uma decisão importante a ser tomada. Poderíamos naturalmente seguir um modelo clássico, com uma área de TI gigantesca, isolada e longe da área de negócios.

Esse modelo funcionou por muito tempo para muitas empresas, mas não é mais o ideal. Imagina se uma decisão estratégica de negócios precisa ser adiada por conta de um backlog gigantesco acumulado pela equipe de tecnologia.

A velocidade de uma empresa que precisa ser dinâmica, como a Warren, exigiu uma alternativa mais eficaz.” 

Fonte: Kristian Lindwall

É aí que entra a trinca “squads-tribos-chapters”. As nossas squads são times independentes e multidisciplinares, focados em entregar e desenvolver uma funcionalidade específica em nosso ecossistema de produtos e serviços.

Squads que compartilham frentes e características em comum se agrupam em tribos e, para que o alinhamento seja regra, existem os chapters, que “atravessam horizontalmente” as equipes, colocando todo mundo na mesma página em relação ao que está sendo desenvolvido.

O ganho que esse tipo de organização traz não é somente em eficiência no dia a dia, mas em estratégia: o profissional de tecnologia, na Warren, não fica isolado em sua habilidade ou em sua pauta. 

Uma estrutura organizacional como a da Warren permite que a proximidade de quem faz a tecnologia com aqueles que pensam a estratégia do negócio seja uma realidade diária.

Para ilustrar, André Eberhardt, Diretor de Engenharia da Warren, traz um exemplo:

“Recentemente, tivemos o desafio aprimorar a experiência de onboarding dos clientes da Warren, ou seja, deixar ainda melhor aqueles primeiros passos entre abrir a conta e de fato começar a investir. 

Em vez de uma decisão de negócios vir de cima e exigir da tecnologia uma solução já fechada, o que fizemos foi uma reunião multidisciplinar.

Assim, as áreas de negócio, produto e tecnologia puderam pensar juntos na melhor solução, ouvindo ainda os ensinamentos e os dados da squad responsável por implementar a experiência de onboarding no dia a dia. É um caminho que trilhamos juntos.”

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Mercado financeiro: o palco ideal para quem busca desafios

Em um mundo cada vez mais digitalizado, a tecnologia é inescapável para qualquer empresa. Para quem trabalha na área, existem inúmeras oportunidades em diversos setores. Então por que escolher o mercado financeiro?

“Uma vez que a pessoa é ‘mordida’ pelo mosquito do mercado, ela não sai mais”, conta André Gusmão.

“O mercado financeiro exige um nível de qualidade altíssimo — você lida com algo muito sério, o dinheiro das pessoas, bolsa de valores, etc., tendo que desenvolver sistemas de alto padrão em segurança, otimização e eficácia. Para quem trabalha com tecnologia, a adrenalina e os aprendizados que isso tudo envolve são incomparáveis.”

André Gusmão, CTO e cofundador da Warren
André Gusmão, CTO e cofundador da Warren

Além disso, quando olhamos para a missão da Warren, que é descomplicar o mundo dos investimentos, a inspiração é ainda maior. André Eberhardt complementa:

“Além do mercado financeiro apresentar desafios fascinantes quando pensamos em tecnologia, não dá para perder de vista a missão única que a Warren traz. Não queremos ser mais uma instituição financeira — nosso objetivo é oferecer uma solução única, descomplicada e com alinhamento de interesses. 

Criamos algo do zero, algo que é único no mercado financeiro e de tecnologia, e essa criação exige muito aprendizado técnico e estratégico.”

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O perfil de quem trabalha com tech na Warren

Buscando fazer um raio-x do perfil de quem trabalha nas áreas de tecnologia da Warren (e do perfil de talentos que queremos cada vez mais ao nosso lado), André Gusmão e André Eberhardt ressaltaram dois principais aspectos.

Get sh*t done

“A filosofia de ‘get sh*t done’ é o ‘sentimento de dono’ sem falácia e com humildade. É se importar em ver as coisas funcionando para além do que está na sua pauta ou no seu escopo. 

Sempre dou um exemplo clássico: se, em algum momento crítico, a minha maior contribuição for passar café para um colega que está resolvendo um problema, é isso que eu farei”, pontua Eberhardt.

André Eberhardt, Diretor de Engenharia na Warren
André Eberhardt, Diretor de Engenharia na Warren

Eficiência sem perder de vista a disrupção

“A eficiência é uma característica que buscamos sempre e cultivamos em nossas equipes. Mas, na Warren, estamos construindo algo de ponta, uma solução que busca revolucionar como o brasileiro investe. Então precisamos sempre aliar a agilidade da eficiência com um pensamento disruptivo, de inovação”, finaliza Gusmão.

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O que vem por aí — e como fazer parte

A Warren está em um momento-chave de crescimento. Em abril, recebemos um novo aporte de R$ 300 milhões em nossa Series C, o que vai nos permitir entregar com mais força e velocidade a melhor experiência de investimentos no Brasil. 

Na frente de tecnologia, queremos chegar ainda mais longe: nosso compromisso é, até o fim de 2021, ter 40% da Warren composta por pessoas envolvidas diretamente nas equipes de tech. 

Para fazer parte desta revolução, você pode conferir nossa página de carreiras, além de acompanhar sempre nossas redes sociais, como Linkedin e Instagram, para não perder as nossas novidades.

Sobre os entrevistados

André Gusmão: formado em Engenharia da Computação, Gusmão acumula uma década de experiência trabalhando no encontro entre tecnologia e mercado financeiro. Gusmão é CTO, sócio e cofundador da Warren. Sob sua liderança há mais de 100 pessoas por aqui.

André Eberhardt: formado em Ciência da Computação, Eberhardt passou recentemente pelo grupo Globo, gerenciando o desenvolvimento de plataformas como Globoplay. Hoje, Eberhardt é Diretor de Engenharia na Warren, liderando diversas frentes de tecnologia na empresa.

Quer seguir conhecendo mais sobre a Warren? 

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