Fee based: entenda o que é investir com transparência

Fee based é o mais transparente e alinhado modelo de cobrança que corretoras de valores podem adotar para fazer a gestão ativa do patrimônio dos seus clientes. 

A transparência é o principal benefício que você obtém aos investir nas corretoras que atuam com esse modelo de cobrança — como a Warren faz desde o primeiro dia.

Isso porque a cobrança ocorre por meio de uma taxa única que incide sobre os valores aplicados, sem custos extras camuflados, como a taxa de rebate e outras comissões que as corretoras que trabalham com o modelo commission-based recebem. 

Por isso, o fee based é um modelo de remuneração considerado uma evolução da indústria do mercado financeiro, elimina por completo o conflito de interesses na oferta e venda de produtos de investimento. 

Ao utilizar esse sistema de remuneração, nós conseguimos garantir que o nosso único objetivo será encontrar a melhor relação entre risco e retorno para os seus investimentos, porque não estamos expostos a qualquer tipo de conflito.

Mas você sabe exatamente como funciona o modelo fee based na prática?

Neste artigo, você vai descobrir

  • Significado de fee based;
  • O que é fee based;
  • Diferença entre fee based e commission based;
  • O que diz a instrução 592 da CVM;
  • Por que o fee based é o futuro.

Fee based: significado

Em tradução livre do inglês para o português, fee based é um adjetivo que significa baseado em taxa.

Isso porque fee significa “taxa”, e based significa “baseado”.

Sozinha, essa tradução talvez não diga muito, mas é preciso entender que ela está inserida em um contexto com dois tipos de remuneração a baseada em taxa (fee based) e a baseada em comissões (commission-based), modelo confitado adotado por outras corretoras.

Vamos entender melhor?

O que é fee based?

Entenda o que é o fee based, ilustração

Fee based é o mais transparente e alinhado modelo de cobrança que corretoras de valores, como a Warren, podem adotar para fazer a gestão ativa do patrimônio dos clientes.

Esse modelo é baseado em uma taxa única sobre o patrimônio, seja qual for o produto financeiro no qual você vai investir.

Neste valor, estão inclusos os custos com a remuneração dos gestores dos fundos de investimento, custos com a alocação dos seus aportes e o rebalanceamento da sua carteira conforme os seus objetivos, além de toda infra-estrutura para manter a plataforma de investimentos funcionando.

Como consequência direta do fee based, a Warren não recebe qualquer comissão ou taxa de rebate quando você escolhe produtos de terceiros, como fundos de investimento.

Assim, o valor que a Warren receberia por ser a corretora que vendeu esse produto é 100% repassada para você e reinvestida automaticamente nas suas aplicações. 

Ou seja: o único objetivo desse tipo de modelo são os seus resultados, e não comissões e valores que a corretora venha a receber por outras indicações.

O fee based também é uma das maneiras mais transparentes de cuidar do seu dinheiro, já que a taxa é informada desde a sua primeira aplicação e não há conflito de interesses na venda de produtos.

A falta de transparência, principalmente sobre taxas e custos, é um dos motivos pelos quais muitos brasileiros têm receio de investir. 

Diante disso, o modelo fee based é um modelo 100% alinhado com os seus interesses, já que a corretora não ganha nada mais para cuidar do seu dinheiro.

A seguir, vamos explicar o que é o conflito de interesses e como ele atinge outras corretoras e bancos.

Afinal, o que é conflito de interesses?

No mercado financeiro, o conflito de interesses ocorre quando as intenções das instituições financeiras não estão totalmente alinhadas aos objetivos do cliente.

Afinal, não é raro encontrar instituições financeiras com cobranças de taxas que chegam a 20% de performance e 5% de administração, tudo isso em produtos que não são necessariamente os mais indicados para o perfil de cada cliente.

Como veremos a seguir, o conflito de interesses está presentes nos bancos e corretoras que atuam no modelo commission-based — o oposto ao fee based.

Nesse modelo, os agentes autônomos de investimentos, por exemplo, são remunerados apenas pelas comissões dos produtos indicados. 

Como não há uma remuneração fixa, surge o conflito: você não tem como saber se a corretora está indicando o que é melhor para você, ou melhor para ela, já que diferentes produtos oferecem diferentes comissões.

A seguir, vamos nos aprofundar nesse tema.

LEIA MAIS | Como os conflitos de interesse atrapalham seus investimentos

Diferença entre fee based e commission-based

Saiba a diferença entre fee based e Commission based, ilustração

Além do modelo fee based, baseado em uma taxa única de remuneração que incide de forma percentual sobre o patrimônio, há o modelo commission-based, no qual a remuneração é baseada nas comissões embutidas nos produtos.

Esse segundo tipo de remuneração ainda é o mais praticado por corretoras e bancos no Brasil. 

Confira as diferenças entre eles a seguir.

Fee based

Como explicamos, fee based é uma cobrança feita por meio de uma taxa única, que pode variar conforme o valor aplicado. 

Portanto, quando uma corretora que segue esse modelo indica uma alocação, o único critério é oferecer as melhores opções para o seu perfil e seus objetivos. Somente isso.

Não há custos adicionais, nem letrinhas pequenas no seu contrato. Todas as movimentações, venda de produtos de investimento e rebalanceamento da sua carteira são realizadas para que os seus objetivos sejam alcançados ou superados.

Isso porque, se o seu patrimônio cresce, todos ganham: você e a corretora estão do mesmo lado.

Por isso, o modelo fee based é, inclusive, a escolha dos mais ricos, como os donos e CEOs de corretoras e bancos. 

Na prática, é como se você fabricasse um produto, mas não consumisse dele, já que essas empresas, em sua grande maioria, utilizam o commission-based, o modelo conflitado.

Por muito tempo, o fee based era oferecido apenas aos ultra ricos, as pessoas de maior patrimônio. Para o restante dos clientes, restava a opção do commission-based. 

Commission-based

Commission-based é um modelo de remuneração em que a instituição financeira recebe comissões pela venda de determinados produtos.

Portanto, ela não é remunerada pela gestão dos ativos, e sim pelos produtos que indica.

No nosso cotidiano, esse conflito de interesses também existe. Funciona mais ou menos assim:

Imagine que você vá a um mecânico, porque o seu carro tem apresentado problemas no freio. O primeiro profissional indica o serviço e produto que realmente resolverá o seu problema, com a melhor relação entre custo e benefício.

Já o segundo mecânico identifica o mesmo problema, mas indica um serviço que não é necessariamente o melhor para o seu carro, e sim para ele, já que receberá uma comissão extra por aquele serviço. 

Agora, troque o mecânico por algumas corretoras e por bancos, e o seu carro pelos investimentos. 

No commission-based, a comissão dos bancos e corretoras incide sobre os produtos indicados. Ou seja, você acaba pagando por algo que talvez não seja o melhor para você.

É exatamente por isso que existem muitos investidores com aplicações em produtos ruins e que custam caro.

Além da educação financeira para saber cuidar do seu dinheiro, é importante que você sempre busque identificar se a corretora onde você aplica ou pretende aplicar o seu dinheiro pratica o modelo fee based ou commission-based.

Exatamente por ser comissionado que esse é um modelo conflitado, pois os seus interesses e objetivos não são os únicos em jogo, mas sim as comissões que as instituições recebem por determinados produtos.

Apesar de esse problema atingir diversos produtos, nos investimentos para iniciantes eles são ainda mais presentes. Isso acontece justamente porque os investidores não têm conhecimentos sobre esses detalhes.

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O que diz a instrução 592 da CVM?

A instrução 592 da Comissão de Valores Mobiliários foi a norma que abriu as portas para o modelo fee based aqui no Brasil. 

Essa é a instrução que regulamentou o trabalho dos consultores e de suas remunerações.

A instrução foi publicada em novembro de 2017, porém sofreu algumas alterações em fevereiro de 2020 para modernizar o trabalho dos consultores.

De acordo com a 592, a atribuição dos consultores de valores mobiliários é a prestação de serviços de orientação, suporte, recomendações e conselhos acerca de investimentos. Além disso, os consultores precisam ser autorizados pela CVM.

Com as atividades regulamentadas, as remunerações e taxas também precisam seguir regras.

Segundo a instrução 592, a remuneração desse profissional deve ser previamente detalhada justamente com todas as atividades que foram executadas pelo consultor.

Essa prática tem como objetivo garantir ao cliente a transparência dos custos ao utilizar os serviços dos consultores e ao aplicar o seu patrimônio em um produto.

Sobre as taxas, elas podem seguir dois modelos: taxas com bases fixas e de performance. No caso de remuneração que dependerá da performance do investimento, os cálculos precisam ser claramente explicados.

As mesmas diretrizes valem para a remuneração das corretoras, porém essas taxas de performance somente podem ser cobradas de investidores considerados profissionais.

A transparência é o que importa

A instrução 592 da CVM deixa claro que todos os custos e taxas de remuneração dos consultores precisa ser esclarecida. Se formos colocar todas as cartas na mesa, o modelo fee based é o que se enquadra nessas diretrizes.

Como dissemos, há muito dinheiro aplicado em produtos ruins, pois os investidores não têm conhecimento sobre essas taxas. Se eles não têm conhecimento, talvez seja porque as corretoras e bancos não deixam isso claro em seus produtos.

Afinal, se você soubesse que está pagando mais caro por um investimento que pode ter resultados abaixo dos outros produtos, você investiria?

No modelo fee based, você pode ter a certeza de que os seus interesses e objetivos são as únicas metas em jogo. Afinal, os consultores e corretoras desse modelo não ganham nada pela indicação dos produtos — a remuneração só cresce (em valores absolutos) se o seu patrimônio crescer também.

Por que o fee based é o futuro?

Agora que você já entendeu como o fee based funciona, sabe que a informação é o principal inimigo de taxas ocultas. 

Como a Warren adota o fee based desde o seu primeiro dia, nós temos orgulho de olhar para o exterior e projetar, sem medo de errar: o fee based é o futuro.

Para que você tenha uma ideia, na Inglaterra, o sistema de remuneração é quase totalmente fee based, já que a prioridade é a transparência e os bons resultados. 

Os Estados Unidos, principal centro financeiro mundial, também são destaque na eliminação de conflitos de interesse. Lá, 80% das indústrias atuam com os Registered Investment Advisors.

Esses profissionais são gestores de patrimônio que recebem uma remuneração transparente, que é definida de maneira clara no primeiro contato com o investidor. Essa cobrança é feita por meio de um percentual do patrimônio do cliente.

Não há comissões ou outros valores recebidos pela indicação de produtos. Quando o assessor recebe algum valor de comissão ou adicional pelo investimento, ele é 100% repassado ao investidor.

O futuro é ser transparente, pois os clientes e possíveis investidores estão cada vez mais bem informados e atentos às letrinhas pequenas e taxas ocultas em seus investimentos. Além disso, o investidor busca parceiros alinhados aos seus interesses, e não apenas intermediadores.

Muitos países já estão se adequando a esse modelo, pois não há mais espaço para empresas com interesses desalinhados aos objetivos dos seus clientes. Porém, o Brasil ainda tem muito a avançar.

Sempre que os clientes percebem maquiagens, taxas ocultas e interesses conflitantes, a relação de transparência e confiança é prejudicada, o que afeta a reputação de todo o mercado financeiro. 

Por isso, o fee based é o modelo do futuro, já que é o mais transparente, por eliminar qualquer tipo de conflito.

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Warren é fee based desde o primeiro dia

Warren é fee based, ilustração

Transparência é o nosso lema e meta. Por isso, a Warren utiliza o modelo fee based desde o seu primeiro dia de funcionamento. 

Nosso objetivo é garantir que a construção do seu patrimônio receberá o melhor destino possível, por meio de uma plataforma de investimentos completa, confiável e segura, na qual você tem acesso a uma ampla diversificação entre renda fixa, renda variável e fundos multimercados.

Além disso, nossos fundos próprios não têm taxa de administração nem de performance. São eles:

A única taxa cobrada pela Warren é a taxa de gestão, que oscila entre 0,5% a 0,7% ao ano, dependendo do valor aplicado. Quanto maior o valor, menor a taxa, chegando ao limite de 0,5% ao ano.

Isso significa que as nossas carteiras recomendadas e a indicação de qualquer outro produto segue um único critério: o que é melhor para você.

A escolha pelo modelo fee based foi feita sem pensar duas vezes, pois a ambição quando desembarcamos no Brasil foi de mudar a maneira como o brasileiro investe.

Como investir na Warren?

Para começar a investir com transparência e não perder seu dinheiro com comissões, o primeiro passo é conhecer o seu perfil de investidor.

A partir disso, você e nós saberemos a sua tolerância ao risco em prol de melhores chances de retorno, ou se risco é uma palavra que não está no seu dicionário.

Como identificamos o seu perfil? Pelo teste do suitability. Essa é uma avaliação gratuita feita após você abrir a sua conta 100% digital e sem custos.

Para o segundo passo, você precisará nos informar os seus objetivos, para que as nossas recomendações e rebalanceamento estejam 100% alinhadas com os seus interesses.

Pretende construir uma reserva de emergência, ou tem objetivos de ir mais longe e viver de renda? Diferentes objetivos, diferentes carteiras.

Com os seus objetivos alinhados, poderemos sugerir uma alocação dos investimentos. Se você aceitar as nossas sugestões, o rebalanceamento dos ativos, diversificação e calibragem a cada novo aporte é feita de maneira automática.

Esse trabalho fica por conta do Warren, a nossa inteligência artificial que considera todas as suas respostas e objetivos para escolher os produtos.

Mas você também pode personalizar a sua carteira da maneira que desejar, com ativos de crédito privado, fundos multimercado e os melhores fundos de ações do mercado. 

Nesse caso, você abre mão do rebalanceamento automático em troca de mais liberdade para gerir o patrimônio.

Como vimos, o modelo fee based é sinônimo de transparência. Ao adotar esse modelo de remuneração pela gestão do seu patrimônio, a Warren quer consquistar a sua confiança e e permitir que você alcance os seus sonhos, lutando ao seu lado no campo de batalha. 

Então, a primeira pergunta a ser feita quando for investir o seu dinheiro é: qual o modelo de cobrança pela gestão?

E aí, quer começar a investir com transparência e sem taxas ocultas?

Faça o nosso teste suitability, abra sua conta e comece a investir de forma muito mais eficiente com a Warren. Abaixo, deixamos um vídeo do nosso CEO, Tito Gusmão, explicando como superar o conflito de interesses nos investimentos.

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