Onde Investir em 2020: Descubra Investimentos Com Alta Rentabilidade

Onde investir em 2020? Conhecer os melhores investimentos é o passo ideal para iniciar um ano financeiramente promissor.

Diversas categorias de investimentos têm apresentado bons rendimentos (principalmente os de renda variável, como ações, Fundos Imobiliários (FIIs) e fundos multimercado).

Muito destes resultados vieram a partir das mudanças propostas pelo governo do presidente Jair Bolsonaro e também pela aprovação da reforma da Previdência

Assim, preparamos um guia completo com tudo que você precisa para começar o ano com tudo. Veja o que você vai aprender neste artigo: 

  • Perspectivas econômicas para 2020
  • Onde investir em 2020
  • Histórico de Melhores Investimentos Nos Últimos 10 Anos
  • Melhores Investimentos de 2009 a 2018
  • Setores Mais Promissores Para 2020
  • O Que Pode Impactar o Mercado?

Perspectivas Econômicas Para 2020 no Brasil

Perspectivas econômicas para 2020, ilustração
A bolsa de valores tem apresentado rendimentos acima de 1% ao mês.

No ano de 2019, o Brasil apresentou sinais positivos na economia. Um dos reflexos desses sinais pode ser visto no principal índice do mercado de ações brasileiro, o índice Bovespa. 

Em 2019, esse índice fechou com alta acumulada de 31,5% no ano. Assim, um investidor que aplicou R$ 10.000,00 em janeiro, hoje possui em torno de R$ 13.500,00. 

De acordo com as projeções mostradas no boletim Focus, o cenário parece promissor. 

A inflação deverá ficar em torno de 4,04% e taxa Selic em 4,50% ao ano. Ou seja, ambos tendem a permanecer baixos em 2020. 

Mesmo apresentando variações mais altas nos meses finais de 2019, o dólar também poderá estabilizar nos patamares de cerca de R$ 4. 

Além disso, o boletim Focus apresenta projeções de crescimento para o PIB em 2,30%. 

Estas previsões econômicas correspondem à agenda de reformas estruturais, desinvestimentos e maior eficiência, propostas pelo governo do presidente Jair Bolsonaro. 

No dia 12 de novembro, a reforma da Previdência foi promulgada, com uma economia prevista para R$ 800 bilhões, em 10 anos. 

Assim, deverá haver mais espaço para o investimento público, além de diminuir o endividamento do Estado, a partir de 2020. 

Com tudo isso, note que o próximo ano será muito importante, ao trazer ainda mais avanços para o país. 

Onde Investir em 2020

Para entender onde investir em 2020 é preciso ir um pouco mais além do que simplesmente saber quais investimentos poderão fazer seu dinheiro render mais. 

Um dos pontos importantes para se levar em consideração, principalmente se você está começando agora, é conhecer qual seu perfil de investidor

Basicamente, ele determina sua tolerância aos riscos e quais os investimentos mais adequados para sua carteira. 

Lembre que, além de fazer seu dinheiro render, você também precisa ter tranquilidade ao investir. Então, entenda e saiba onde investir em 2020 de acordo com perfil de investidor:

Perfil de Investidor Conservador

Os conservadores devem priorizar investimentos com grau de risco entre baixo e moderado, pois ainda não estão habituados às oscilações do mercado. Os investimentos ideais podem ser os de renda fixa para as carteiras de curto prazo. 

Os fundos de investimento de renda fixa costumam oferecer boa rentabilidade, sem correr muitos riscos. Além disso, por ser um fundo de investimento, você conta com a gestão profissional que acompanhará seu portfólio diariamente.  Com um gestor especializado, existe a possibilidade de obter maior rendimento, em contraste com o investimento por conta própria.

Existem também os investimentos de renda fixa privada, como os CDBs (Certificado de Depósito Bancário), LCs (Letras de Câmbio) e LCIs (Letras de Crédito Imobiliário). 

Em um cenário de juros baixos, nossa dica de onde investir em 2020, indicamos procurar ativos com rentabilidade acima de 100% do CDI

Caso sua carteira seja de médio ou longo prazo, busque por um pouco de renda variável. Uma opção pode ser um fundo de ações ou um fundo multimercado. Mas lembre-se que o risco é mais elevado que o da renda fixa.

Perfil de Investidor Moderado

O foco dos investidores moderados pode ser a proporção de renda fixa e variável na carteira, bem como, ativos que mesclam essas duas categorias de investimento. 

Entre os exemplos, podemos destacar FIIs e fundos multimercado

Outra alternativa é aumentar a exposição na renda variável, através de fundos de ações ou fundos de índice. 

Perfil de Investidor Agressivo

Os investidores arrojados possuem um leque enorme de onde investir em 2020, principalmente na renda variável. 

Na renda fixa privada, muitas empresas estão em busca de novos financiamentos através da emissão de títulos de dívida com rentabilidade atrativa

Se você tem grande apetite por riscos, os ativos que podem trazer bons retornos são as ações, FIIs, CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários) e debêntures. 

Histórico de Melhores Investimentos Nos Últimos 10 Anos

Melhores investimentos dos últimos dez anos, ilustração
A renda variável está no foco do mercado.

O Brasil ficou conhecido como paraíso dos rentistas, pois ativos de renda fixa costumavam oferecer altos rendimentos. 

Desde 2016, no governo Temer, os juros da economia estão em queda. Entre 2016 e 2019, a taxa Selic caiu mais de 9%. A inflação reduziu em torno de 6%. 

Dessa forma, o mercado passou a sofrer mudanças drásticas, principalmente para quem tinha dinheiro na poupança

Com a taxa Selic em 4,5% ao ano, a caderneta rende apenas 3.15% a.a. Ao descontar a inflação de 2,59%, o retorno cai para menos de 1% no ano todo

Portanto, para descobrir onde investir em 2020, é fundamental conhecer o histórico dos últimos 10 anos. 

Os ativos de renda fixa, principalmente os atrelados ao CDI, por exemplo, CDB, LCI/LCA e LC estão entre os mais rentáveis. Em 10 anos, o índice valorizou mais de 177,95%

Já a renda variável (o Índice Bovespa), cresceu mais de 240% na década. 

É importante lembrar que, entre 2010 e 2016, o Índice Bovespa sofreu quedas acentuadas, influenciado por decisões políticas que causaram reflexo na economia.

O Tesouro Direto também trouxe rendimentos atrativos aos seus investidores, principalmente os com vencimento mais longo. 

Mas como os juros sofreram quedas acentuadas, a tendência dos prefixados e daqueles indexados ao IPCA foi de valorizar mais em relação aos atrelados à taxa Selic. 

Melhores Investimentos 2009

Em 2009, as ações se destacaram entre os melhores investimentos. O Ibovespa teve alta de 82,66%

Na renda fixa, os ativos atrelados ao CDI e os Fundos DI registraram rendimentos atrativos de 9,81% e 9,31%, respectivamente. 

Cenário Econômico da época

O primeiro ano após a crise econômica mundial foi pouco conturbada no Brasil. Em 2009, o PIB brasileiro retraiu 0,2%. 

As exportações brasileiras caíram 10,3% e as importações também sofreram retração em 11,4%.

Mesmo com a crise mundial, a economia brasileira ainda estava em expansão. Um reflexo disso foi o crescimento do consumo das famílias em 3,7%. 

Melhores Investimentos 2010

O ano de 2010 foi marcado pelas incertezas e a busca por proteção. Por conta disso, o preço do ouro aumentou 32,26%. 

Com o aumento de juros, o Tesouro Direto foi um dos investimentos mais rentáveis. O título NTN-C, atrelado ao IGP-M, rendeu cerca de 17,44%. 

Ainda na renda fixa, os fundos DI registraram rendimento de 11,37%. Os CDBs trouxeram ganhos de cerca de 7,0% no ano. 

Cenário Econômico da época

As eleições presidenciais no Brasil e as incertezas quanto à recuperação econômica dos países, causaram fuga dos investidores. 

Para conter a subida da inflação, a taxa Selic fechou o ano em 10,75%, o que encareceu empréstimos e financiamentos.

Mesmo assim, o PIB expandiu 7,5% por influência, principalmente, da indústria e agropecuária. 

O consumo das famílias registrou alta de 7,5%, incentivado pela oferta de crédito e aumento dos salários. 

Melhores Investimentos 2011

Os imóveis foram os grandes destaques de 2010. A valorização média ficou em 25%. 

Assim como em 2009, o ouro continuou entre os melhores investimentos do ano. Ele rendeu 20,12%. 

O Tesouro Direto rendeu acima de 10%. Destaque para o Tesouro IPCA+, que chegou a valorizar mais de 13%. 

Os fundos de renda fixa registraram rendimento em torno de 11% e os fundos DI renderam cerca de 11,10%.

Na renda variável, o dólar valorizou 10,48%, refletindo a busca dos investidores por proteção. 

Cenário Econômico da época

O primeiro ano do mandato de Dilma Rousseff foi marcado pela aceleração da inflação, que fechou no teto da meta em 6,5%. 

Além disso, a matriz econômica brasileira sofreu alterações para uma política expansionista e com intervenção direta do Estado na economia. 

Nesta abordagem, o Banco Central resolveu cortar os juros e continuar o estímulo ao consumo. Assim, a taxa Selic fechou 2011 em 11%. 

O PIB brasileiro já dava os primeiros sinais de queda, pois subiu apenas 2,7%. Mesmo assim, o consumo das famílias registrou alta de 2,1%, principalmente pela queda de juros. 

Melhores Investimentos 2012

Melhores investimentos de 2012, ilustração
A nova matriz econômica já demonstrava os primeiros sinais de falha.

O Tesouro Direto foi o destaque de 2012. Os títulos atrelados ao IPCA renderam 46,68% no ano

Com os juros a redução dos juros, os fundos multimercado, de ações e de Small Caps tiveram desempenho próximo de 18%. 

O ouro também foi um dos melhores investimentos de 2012. Ele se valorizou 15,32% no ano.

Cenário Econômico da época

Em 2012, o PIB brasileiro cresceu apenas 0,9%. Este resultado foi influenciado pela crise mundial e pelo menor investimento por parte das empresas. 

A taxa Selic fechou 2012 em 7,25%. Enquanto o IPCA ficou em 5,84%, ou seja, acima do centro da meta. 

Então, mesmo com a queda nos juros, o Brasil reafirmou o cenário de desaceleração econômica. 

Melhores Investimentos 2013

O dólar foi o investimento mais rentável de 2013, com valorização de 14,64%. 

Na renda fixa, o Tesouro Direto continuou a registrar rendimentos atrativos, principalmente o Tesouro Selic, que rendeu 8,21%. 

O desempenho médio dos fundos DI ficou em 8,11%. Já os fundos de renda fixa retornaram cerca de 6,80%. 

Cenário Econômico da época

O PIB brasileiro cresceu 2,5% em 2013, mesmo em meio ao cenário pessimista em torno do governo Dilma Rousseff e da recuperação nos EUA. 

A taxa Selic fechou em 10,96% e a inflação em 5,91%, o que passa a mostrar sinais do descontrole econômico.

Outro ponto de destaque foi a contínua desaceleração do consumo das famílias, que ficou em 2,3% de alta. 

Melhores Investimentos 2014

O Tesouro Direto apresentou rendimento médio ficou acima de 10% no ano. 

Diante de um cenário pessimista, o dólar e o ouro continuaram a se valorizar: a moeda registrou ganhos de 13,39%;  já o ouro subiu 12,04%. 

Com os juros altos, os fundos DI renderam cerca de 10,80% e os de renda fixa tiveram rendimento médio de 11,28%. 

Cenário Econômico da época

A economia brasileira em 2014 registrou crescimento de apenas 0,1%, o pior desempenho desde 2009. 

O consumo das famílias cresceu 0,9% em relação à 2013. A taxa Selic fechou em 11,75%. Mesmo assim, o IPCA acelerou e ficou em 6,41%.

Além disso, o Brasil entrou em recessão econômica a partir do segundo trimestre de 2014

Melhores Investimentos 2015

Em 2015, os investidores mostraram cautela e descontentamento em relação ao Brasil

Por consequência, o dólar e o ouro foram os investimentos mais rentáveis, com rendimento de 48,49% e 32,15%, respectivamente.

Os fundos de investimento cambiais e os que investem no exterior, registraram ganhos acima de 16%. 

Na renda fixa com a taxa Selic alta (que também elevou o CDI), muitos ativos tiveram rendimentos acima de 13% no ano. 

Cenário Econômico da época

A recessão brasileira avançou ainda mais em 2015. O PIB retraiu 3,8%, o menor desempenho em 25 anos. 

O ano também foi marcado pelos recordes na inflação e na taxa Selic, em 10,48% e 14,25%, respectivamente. 

Em 2015, o índice de desemprego atingiu 9,6%, com crescimento de 38% em relação à 2014. 

Após uma série de protestos populares em todo o Brasil, em dezembro de 2015, iniciou o processo de impeachment de Dilma Rousseff. 

Melhores Investimentos 2016

O Tesouro Direto foi o investimento mais rentável de 2016, apresentando rendimento médio de 35% no ano. 

Em seguida, os ativos de renda variável registraram bons retornos, como a alta de 38,94% no IBOV. Já os fundos de ações e os multimercado renderam em média 20% no ano. 

Cenário Econômico da época

O ano foi marcado pelo impeachment de Dilma Rousseff em 31 de agosto de 2016. Quando o vice-presidente Michel Temer assumiu, as expectativas do mercado ficaram mais otimistas. 

O PIB recuou 3,6%, reflexo dos últimos meses do governo Dilma. A inflação fechou em 6,29% e taxa Selic em 13,75%, marcando o início da trajetória de queda.

Apesar das mudanças e da agenda de reformas propostas, o Brasil ainda estava em recessão. Um reflexo disso foi que o desemprego fechou o ano em 12%. 

Melhores Investimentos 2017

O ano de 2017 foi bastante positivo para fundos de renda variável. Os fundos de ações, principalmente focados em Small Caps, deram um retorno maior de 25% aos investidores. 

Na renda fixa, o Tesouro Direto também foi um dos melhores investimentos do ano. O rendimento médio foi de 15% no ano. 

Cenário Econômico da época

Após dois anos de retração, o PIB brasileiro registrou crescimento de 1%. Desta forma, o país começou a sair da recessão econômica. 

O ano também foi marcado pelo controle dos juros. A inflação fechou 2017 em 2,5% e a taxa Selic em 7%.

Além disso, tivemos a reforma trabalhista e o saque das contas inativas do FGTS. Ambos colaboraram para o crescimento do PIB e diminuição da taxa de desemprego para 11,8%. 

Melhores Investimentos 2018

Melhores investimentos de 2018, ilustração
O mercado gerou reflexos, a partir das incertezas políticas.

Em 2018, fundos cambiais e ouro lideraram os ganhos em 20,16% e 16,93%, respectivamente. 

Mesmo com a taxa Selic e a inflação em baixa, o Tesouro Direto trouxe rendimentos médios de 13%. 

As ações, fundos de ações e renda variável também lideraram o ranking dos melhores investimentos, com retornos próximos de 15%. 

Cenário Econômico da época

Com o fim do governo Temer, o cenário foi bastante agitado pela primeira eleição presidencial após o impeachment de 2016. 

Na economia, os juros continuaram a cair. A taxa Selic ficou em 6,5% ao ano e o IPCA em 3,75%, ou seja, permaneceram estáveis. 

O PIB brasileiro fechou 2018 com crescimento de 1,3%. A taxa de desemprego caiu para 11,7%.

Setores Mais Promissores Para 2020

Com o avanço da economia brasileira, o varejo pode ser uma boa alternativa de investimento em 2020.

Desse modo, ações ligadas ao vestuário, alimentação e shoppings centers podem registrar resultados positivos. 

Os imóveis, normalmente, também tendem a entregar bons retornos.

Entre 2014 e 2017, eles sofreram grande depreciação e a oferta ainda é maior que a demanda.

Porém, os juros nas mínimas históricas estão impulsionando este mercado – uma vez que o crédito deverá ficar ainda mais barato e acessível. 

Portanto, investimentos como os FIIs e ações de construtoras, devem render ainda mais em 2020.

Acordos internacionais conquistados pelo Ministério da Agricultura, podem elevar o crescimento do agronegócio brasileiro, com o aumento das exportações de alimentos e carnes para o exterior. 

O setor de serviços também tende a crescer em 2020. Com a queda no desemprego e o aumento no poder de compra das famílias, os ativos relacionados podem registrar rendimentos atrativos. 

O Que Pode Impactar o Mercado?

Apesar do cenário positivo, é preciso estar atento sobre onde investir em 2020. 

Em novembro, a equipe econômica do Governo Bolsonaro apresentou um pacote com três projetos, com o objetivo de melhorar o ambiente de negócios no país. 

A aprovação destas medidas deve estar no radar do mercado e dos investidores. 

Fique atento também à reforma administrativa e à reforma tributária, que deverão ser votadas apenas em 2020. 

Caso essas reformas não tragam as mudanças esperadas (como, por exemplo, simplificação tributária), é possível que os investimentos sejam impactados. 

Além dos resultados e avanços na economia, é preciso estar atento ao setor judiciário. Muitas das decisões recentes do STF, como a soltura de Lula, trouxeram insegurança jurídica, o que refletiu no mercado e na economia.

Com isso, o fluxo de dinheiro do exterior pode diminuir ou até mesmo reverter em 2020. 

O cenário para 2020 promete muitas mudanças e é essencial ter cautela na hora de escolher os ativos da sua carteira. 

Conclusão

Descobrir onde investir em 2020 não é uma tarefa simples. Mesmo com um cenário benigno, ainda há uma extensa agenda de reformas governamentais pela frente, que podem influenciar todo o mercado e, em consequência, seus investimentos. 

Desse modo, é recomendável diversificar sua carteira e respeitar seu perfil de investidor. Assim, você estará preparado e protegido.

Leia estes outros artigos sobre como investir ainda melhor em 2020:

Aqui na Warren, você pode investir de forma diversificada e de acordo com os seus objetivos. 

Também temos uma equipe está pronta para te ajudar a definir onde investir em 2020 com segurança. 

Para usufruir essas vantagens e fazer seu dinheiro render de verdade, você só precisa abrir a sua conta na Warren agora mesmo

Obrigado por ler até aqui!