No mar da pessoa física, quem precisa estar em primeiro lugar é o cliente

As transformações no mercado financeiro nos últimos anos são evidentes. Não é só quem está dentro dele que percebe – cada vez mais, o consumidor brasileiro descobre novas oportunidades, ampliando ainda mais as suas opções de onde investir.

Uma matéria do Valor Investe (“Corretoras nadaram muito contra maré, mas hoje bancões já não reinam sozinhos no mar da pessoa física”) trouxe um raio-x valioso sobre esse cenário. Segundo levantamento feito pela consultoria AAWZ, a expectativa é que em pouco tempo as corretoras de investimentos passem os bancos na disputa pela custódia de ativos de pessoa física em todos os seus segmentos, dos clientes do varejo tradicional (com patrimônios menores) até aqueles com mais dinheiro, atendidos por setores de private banking e family offices.

Na prática, o “mar da pessoa física” em um futuro próximo terá um novo capitão: em 2022, as projeções do levantamento indicam que as cinco maiores corretoras do país dominarão 46,1% do mercado, versus 40,8% da fatia dominada pelos cinco maiores bancos do Brasil. Em 2025, é esperado que o setor bancário tradicional detenha apenas 33,5% do mercado.

O brasileiro esteve por décadas refém dos grandes bancos e suas opções limitadas de investimentos. Com isso em vista, a notícia parece boa, não é mesmo? Mas será que, na prática, essa mudança traz benefícios reais para quem investe?

A verdade é que de nada adianta o primeiro lugar no pódio mudar se o conflito de interesses ainda for regra no mercado. Bancos e corretoras, hoje, ainda adotam predominantemente o modelo commission-based na comercialização de produtos financeiros. Por este modelo, a remuneração da instituição ocorre a partir de comissões embutidas nos produtos, criando um conflito de interesses entre os objetivos do investidor e o lucro de quem está vendendo.

Na ponta, o cliente recebe indicações não baseadas no seu interesse, objetivo e expectativa de rentabilidade, mas sim baseadas no que é melhor para quem está vendendo.

Nenhuma transformação no mercado financeiro será possível sem a adoção permanente de uma cobrança transparente, justa e sem conflito. E é ai que entra o Modelo Warren.

Nosso modelo se baseia em quatro pilares: taxa única (e justa), comissão zero sobre produtos, cashback em produtos de terceiros e a chance de investir a partir dos seus objetivos de vida.

O modelo de taxa única deriva do fee-based, um modelo em que o cliente é cobrado uma taxa única sobre todo seu patrimônio, independente dos produtos que escolhe alocar em sua carteira. Assim, as recomendações recebidas correspondem aos seus objetivos e sua expectativa de lucro no longo prazo.

A Warren não inventou o modelo fee-based – ele já é comum em escritórios dedicados a investidores e famílias com patrimônios de alta escala, na casa das dezenas de milhões. O que a Warren fez foi ser pioneira em democratizar no Brasil o acesso a esse modelo de cobrança caracterizado pela transparência.

Com R$ 100 ou R$ 100 milhões, o brasileiro tem direito de evoluir, crescer, investir e conquistar a autonomia financeira usufruindo desde o início da melhor opção de cobrança que o mercado pode oferecer.

Taxa única para investir

Algumas corretoras até estão correndo atrás para “mudar” o modelo em que atuam. Mas o que estamos vendo até agora são remendos, uma forma tão obscura de cobrar dos investidores quanto o ultrapassado commission-based.

Também vemos instituições que, em datas comemorativas, “revolucionam” seus serviços, isentando o cliente de cobranças que nem precisariam fazer parte do seu dia a dia. Vamos combinar, o investidor não é bobo. Medidas paliativas acabam caindo por terra uma hora ou outra.

Enquanto o maior player do mercado cobra em média 1,4% ao ano (e ainda oferece de brinde todo o seu conflito de interesse) a nossa taxa única varia entre 0,5 e 0,7%.

Além de trazer alinhamento para quem investe, a vantagem do Modelo Warren se reflete também no bolso: em média, ele sai 3 vezes mais barato do que nas outras instituições. Ou seja, é também um modelo mais justo.

Profissionais do mercado, como agentes autônomos de investimentos, consultores e planejadores, também têm a chance de oferecer nosso modelo aos seus clientes, tornando-se parceiros em nossa plataforma Warren for Business.

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Comissão zero em produtos próprios, cashback em produtos de terceiros

Outras instituições cobram, em média, 2,1% ao ano nos produtos que distribuem. Em tempos de taxa Selic em 2% ao ano, a rentabilidade vai por água abaixo – e produtos de renda fixa podem inclusive trazer retorno real negativo.

Já a Warren desenvolve e administra fundos próprios, com comissão zero para quem investe. Em produtos de terceiros que oferecemos, a taxa de rebate é 100% devolvida ao cliente em forma de cashback, deixando claro que nosso interesse não é crescer com tarifas escondidas. 

Queremos que nossos clientes tenham acesso aos melhores investimentos que existem no mercado – fazendo a melhor escolha, crescemos juntos. Parece simples, não é? Mas está longe de ser a realidade do mercado financeiro no Brasil.

Mesmo assim, o futuro é promissor. Vemos cada vez mais pessoas investindo na Bolsa de Valores, cada vez mais brasileiros desbancarizando suas vidas financeiras, cada vez mais jovens interessados em se educar e entender como a Economia afeta as suas vidas – e como tomar uma atitude prática para se proteger e fazer as melhores escolhas na hora de investir.

Neste futuro, esperamos que a mudança não seja só “de fachada”, mas estrutural. Bancos ou corretoras, quem estiver liderando o mercado financeiro precisa assumir um compromisso de transparência com os seus clientes.

E eles não precisam olhar muito longe para encontrar inspiração: basta olhar para quem já nasceu com a transparência em sua essência e desde o primeiro dia pensa no que é melhor – verdadeiramente – para o cliente.

Ainda não sabe quem somos? Leia mais sobre a história da Warren aqui.

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