Renda Fixa, Multimercado e Ações: no que investir?

Então você já sabe como investir na Warren, a primeira corretora 100% transparente com o investidor, e está decidido a alcançar a sua independência financeira. Mas aí surge a dúvida: Renda Fixa, Multimercado e Ações, no que investir?

A verdade é que há diversas classes de ativos à disposição e não existe uma resposta pronta, ou uma receita de bolo que possa ser aplicada para todos os investidores.

Tudo depende do seu perfil de investidor e dos seus objetivos de curto, médio e longo prazo.

É assim que uma alocação de portfólio é montada, com uma diversificação que respeite as suas estratégias e coloque os riscos a seu favor.

A boa notícia é que a Warren é especialista nesse assunto, porque trabalha com um modelo de Wealth Management, no qual o seu momento de investidor é respeitado e você monta objetivos que façam sentido para você. 

A escolha dos produtos leva isso em conta e ocorre depois — não faz sentido escolher as aplicações antes de entender os seus objetivos, concorda?

Mas quais são os investimentos disponíveis dentro da Warren? 

Recentemente, nossos Gerentes de Relacionamento, Felipe Beys, CFP®, e Keiji Hinorara, CFP®, participaram de uma live sobre classes e subclasses de ativos – e você pode clicar aqui para assistir à reprise. Mas nós trazemos, aqui, um resumo de cada produto para que você entenda melhor suas características antes de começar.

Só que, antes de detalhar as diferenças entre Renda Fixa, Multimercado e Ações, você precisa fazer o dever de casa e conhecer o seu perfil de investidor. Vamos entender melhor?

Comece pelo começo: qual o seu perfil de investidor?

O primeiro passo para quem deseja investir é conhecer o próprio perfil de investidor. Em geral, isso ocorre por meio de um questionário, que contém perguntas sobre a sua experiência como investidor, o seu conhecimento sobre o assunto e o seu grau de tolerância ao risco.

Além do perfil de investidor, é preciso entender os seus objetivos, que podem ser vários e de prazos diferentes. 

Isso é importante porque, se você deseja casar em três anos, por exemplo, o destino do dinheiro aplicado terá um rumo diferente do que teria para um objetivo de aposentadoria e independência financeira em 30 anos.

É com base nessas informações de perfil e prazos que a alocação ideal será montada.

Se você nunca investiu em ações e não aceita sob nenhuma hipótese ver o patrimônio com rentabilidade negativa no curto prazo, por exemplo, não faz sentido alocar todo o seu dinheiro em ações. 

Da mesma forma, não faz sentido optar por uma alocação total em renda fixa para quem está disposto a correr riscos em busca de mais rentabilidade.

No fim, tudo é uma questão de colocar os riscos a favor do investidor, dentro dos seus objetivos. Recentemente, o assunto de alocação do portfólio voltou à tona, com a crise provocada pelo Coronavírus.

Já falamos aqui, anteriormente, que não é aconselhável mudar a estratégia de investimentos por causa do coronavírus. Inclusive, não é indicado que você a mude. A nossa orientação é que você mantenha sua constância de investimentos e respeite, sempre, seu perfil de investidor.

A partir de agora, vamos detalhar as classes de ativos para você entender suas opções como investidor.

1) Renda Fixa

O investimento em renda fixa é uma modalidade de investimentos que possui rentabilidade previsível. Ou seja: você já sabe quanto vai receber pelo investimento se carregar o título até o vencimento.

Há três principais tipos de renda fixa, de acordo com a rentabilidade: pré-fixada, pós-fixada e híbrida. Vamos entender as diferenças em um resumo rápido?

Renda fixa pré-fixada

A renda fixa pré-fixada é aquela em que você já sabe, no momento do investimento, exatamente quanto vai receber ao final do prazo. Como o próprio nome diz, os juros são fixos e definidos previamente. Um exemplo são os CDBs pré-fixados.

Renda fixa pós-fixada

Já a renda fixa pós-fixada é atrelada a um indicador, como a taxa Selic ou o CDI. Por isso, embora você já conheça o indicador e ele não se altere até o vencimento, é impossível saber qual será a variação ao longo desse período. 

Um exemplo são os CDBs pós-fixados e atrelados ao CDI. O valor que você receberá ao fim da aplicação dependerá diretamente do CDI, que oscila acompanhando as mudanças da taxa Selic.

Renda fixa de rentabilidade híbrida

Em terceiro lugar, surge a renda fixa de rentabilidade híbrida, formada por um juros fixo, que se soma a um indicador. É o caso do Tesouro IPCA+, por exemplo, que remunera de acordo com a taxa da inflação, somada por um valor fixo. 

Tipos de renda fixa

Confira, abaixo, os principais tipos de renda fixa à disposição dos investidores brasileiros:

  • Títulos públicos: emitidos pelo Tesouro Nacional, como Tesouro Selic
  • CDB: Certificado de Depósito Bancário
  • LCI: Letra de Crédito Imobiliário 
  • LCA: Letra de Crédito Agrícola
  • LC: Letra de Câmbio
  • CRI: Certificado de Recebíveis Imobiliários
  • CRA: Certificado de Recebíveis Agrícolas
  • Debêntures: títulos de crédito emitidos por empresas
  • Poupança: a antiga caderneta de Poupança, ainda disponível nos bancos

Cenário atual da Renda Fixa

Com as sucessivas quedas da taxa básica de juros no Brasil, o investidor de renda fixa tem visto a rentabilidade deste produto substancialmente mais baixa do que estava acostumado nos últimos anos. Entenda por que a rentabilidade da renda fixa não é mais a mesma.

Além disso, alguns produtos de renda fixa foram fortemente afetados pela crise do coronavírus. Fundos e títulos de crédito privado sofreram com o estresse do mercado de crédito. Entenda quando a rentabilidade da renda fixa é afetada.

Baixa rentabilidade e impacto da crise: a renda fixa virou vilã? Não! 

Não, a renda fixa não virou a “bruxa” do mercado financeiro só porque a taxa básica de juros está baixa ou porque sofreu com um estresse atípico do mercado. 

Os movimentos mais recentes do mercado apenas aumentaram o apetite ao risco de alguns investidores. Algumas pessoas migraram seus investimentos para um nível maior de risco, principalmente em investimentos na renda variável, em busca de mais rentabilidade. Beys alerta, no entanto, que é preciso bastante cautela para fazer estes movimentos: 

“Você precisa, antes de qualquer coisa, respeitar o seu perfil de investidor e o horizonte dos seus investimentos, também”, alerta.

Em relação ao ‘horizonte’ dos investimentos, Beys refere-se ao prazo em que você pretende utilizar o valor investido. 

Uma reserva de emergência, por exemplo, é um produto que deve continuar sendo construído com ativos de renda fixa com alta liquidez e baixa volatilidade. 

“A Renda Fixa continua muito importante para compor a carteira do investidor. Claro que, em um mundo ideal, teríamos mais liquidez, maior segurança e maior rentabilidade no mesmo produto, mas a verdade é que é preciso ser um equilibrista com estas três questões”, conclui Beys.

2) Multimercado

Esta é uma classe composta por ativos versáteis em sua composição. Os fundos multimercados podem mesclar diversas categorias de ativos, como renda fixa, ações, juros, moedas e até mesmo mercado estrangeiro. 

LEIA MAIS | O que você precisa saber sobre fundos multimercados

A principal característica deste produto é que ele já é diversificado por si só. E exatamente por conta da sua diversificação, ele é bastante complexo e demanda uma gestão meticulosa. Os gestores ficam livres para alocar o patrimônio dos cotistas nas aplicações mais atraentes para cada momento, respeitando a relação entre risco e retorno. 

O cenário atual e os fundos multimercados

Em um momento de crise econômica como o que vivemos neste ano, em função da pandemia do Coronavírus, este pode ser o produto mais indicado para investir? Muitos consideram fundos multimercado um ‘meio termo” entre ações e renda fixa. Porém, esses fundos não deixam de ser um produto de renda variável passível à alta volatilidade.

Por isso, vale a pena reforçar: é imprescindível que o investidor tenha em mente qual é a estratégia que esse produto vai trazer para complementar a sua carteira e se isso faz sentido com o seu perfil de risco e o horizonte dos seus objetivos.

Fundos multimercados são produtos indicados para perfis de moderado a arrojado, que tenham horizontes de investimento de médio a longo prazo.

Em 2019, o IFMM, que é o índice que faz a média da rentabilidade de fundos multimercados, apontou que esses produtos tiveram rendimentos cerca de 30% acima da média da renda fixa. 

Porém, Beys e Hinohara relembram que o ano passado foi um ano de máximas históricas da Bolsa de Valores

Em contrapartida, este ano tem sido um desafio no mercado financeiro de renda variável em função da crise. Exatamente por isso, ambos reforçam a importância do horizonte mais distante de investimentos para incluir este produto de uma maneira benéfica na sua carteira.

O que é importante saber antes de escolher um fundo multimercado para sua carteira?

Hinohara reforça que é uma indústria com muitas opções e que, atualmente, existem muitas casas e muitos fundos disponíveis. Portanto, o investidor precisa pesquisar bastante os produtos que o interessam

“Você precisa saber como este está exposto e como ele se comportou em outros momentos de crise. É importante ler a carta do gestor do fundo, saber quem é o gestor do fundo e se ele próprio investe nele. O mapeamento de quem está por trás do produto precisa fazer parte da cultura do brasileiro”, reforçam

Isso parece muito complicado para você? 

Nós estamos aqui para elucidar todas estas questões. Para saber mais sobre o nosso fundo multimercado, o Warren Omaha, você pode assistir ao episódio do Oi, Gestor sobre ele ou nos acionar em qualquer um dos nossos canais de comunicação, no chat do nosso app ou pelo e-mail meajuda@warrenbrasil.com.br

3) Ações

Como o próprio nome sugere, a renda variável é uma classe de investimentos na qual é impossível prever a rentabilidade. 

Os principais ativos de renda variável são as ações e os fundos de renda variável, mas também há fundos imobiliários e derivativos, como papéis do mercado futuro e opções. 

Na renda variável, os preços dos ativos oscilam de acordo com o comportamento dos investidores, respeitando a clássica lei da oferta e da demanda. Quando há mais compradores do que vendedores para um ativo a determinado preço, o preço sobe. Quando o contrário acontece, o preço cai. 

A rentabilidade dos seus investimentos é definida por essas oscilações dos preços. Por esse motivo, investimentos de renda variável são consideradas aplicações de maior risco no curto prazo.

O que é melhor: investir em ações diretamente ou fundos de ações?

Investir na Bolsa de Valores por conta própria é o caminho que muitos investidores estão tomando. Prova disso é o número de CPFs na Bolsa de Valores, que bate recordes mês após mês, e já passa de 2,5 milhões, segundo a B3.

Mas fazer isso diretamente exige experiência e estudo, além de tempo à disposição. Para quem está iniciando, investir em ações por conta própria pode ser perigoso, porque você ignorar os riscos aos quais está exposto. 

Na prática, é um movimento que não é indicado para todos os perfis. Depende do que você quer para o próprio dinheiro, além da dedicação para estudar o mercado, acompanhar as empresas e definir seus investimentos. 

Investir direto em ações demanda tempo e bastante dedicação. Então, me parece mais inteligente você delegar esta tarefa a alguém do mercado, que já esteja acostumado a lidar com volatilidade. Neste sentido, acredito que faça mais sentido investir em fundos de ações, assim você terceiriza a gestão para um time de especialistas”, aponta Hinohara.

A Warren possui quatro fundos de ações para quem prefere delegar a gestão do seu patrimônio a especialistas no assunto. Nenhum deles possui taxa de administração ou taxa de performance, o que torna o investimento quatro vezes mais barato do que em outras corretoras.

  • Warren Equals: o fundo investe apenas em empresas destacadas por suas políticas de equidade de gênero. Saiba mais.
  • Warren Ações BR: combina uma estratégia que prioriza as empresas grandes, pequenas e boas pagadoras de dividendos.
  • Warren Ações USA: tem como referência a carteira teórica do S&P 500, um dos principais índices com as gigantes norte-americanas. 
  • Warren Green: inclui ações de empresas com boas práticas sociais, ambientais e de governança.

Isso só é possível porque a Warren trabalha com um modelo de gestão de patrimônio absolutamente transparente, completo e alinhado com os perfis do investidor, que faz uso do que de melhor a tecnologia tem a oferecer para alocar o portfólio dos seus clientes.

Longo prazo: o querido do mercado de ações

Hinohara também reforçou que o mercado de renda variável exige que a janela de observação seja de longo prazo. Esse, por sinal, é um dos três pilares básicos para investir em renda variável.

Para aguentar os momentos de queda na Bolsa, como ocorreu em março de 2020, quando o circuit breaker foi acionado seis vezes em oito pregões, é preciso ter um perfil adequado. Além disso, o dinheiro que você vai aplicar em ações não pode ser um montante do qual você precisará no curto prazo.

Repetindo, portanto: se você tem o perfil arrojado e um horizonte de longo prazo para seus investimentos, sim, você pode investir uma parcela maior do seu capital em bolsa. 

“A recomendação da Warren continua a mesma: não saia do seu perfil de risco para buscar mais rentabilidade”, alerta Hinohara.

4) Quer mais diversificação? Considere ouro e câmbio

Renda fixa, multimercados e ações não são uma diversificação suficiente para você? Há investidores que preferem diversificar a sua carteira ao máximo, criando hedge, ou proteções, por meio de investimentos em ativos que são considerados reservas de valor.

Entre as opções mais populares desse universo, estão os investimentos em ouro e em dólar. Na Warren, os clientes que optam por personalizar sua carteira têm acesso a fundos de ouro e fundos de proteção cambial, que atendem esse desejo. 

Note, porém, que não são investimentos com foco em uma grande rentabilidade, e sim proteções para a carteira.

Comece a investir com a Warren

A Warren trabalha no modelo de Wealth Management, que é a alocação e o rebalanceamento das carteiras de maneira a proteger os investimentos e potencializar a rentabilidade das carteiras dos nossos clientes. 

Na prática, esta análise do mercado é nossa responsabilidade e você pode ficar tranquilo. Depois de descobrir o seu perfil de investidor e definir os seus objetivos, nós cuidamos do resto.

Parece simples, né? Mas essa personalização dos investimentos é um serviço que, até então, era oferecido somente aos investidores de altíssima renda. Aqui, a gente faz isso para absolutamente todos os clientes.

E aí, quer começar a investir? Faça o teste de suitability, conheça seu perfil e comece a conquistar a sua independência financeira com a Warren!