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Márcia e a Paola são colegas: as duas trabalham no setor financeiro de uma grande empresa. 

Certo dia, durante um almoço, Márcia pergunta à colega onde ela está investindo o seu dinheiro.

Paola fica desconsertada! 

Ela diz que não conseguia sequer fazer o dinheiro chegar ao final do mês

Na verdade, ela estava com todo o limite de crédito consignado utilizado e já estava utilizando o rotativo de cartão de crédito.

Ambas ganham salários idênticos e possuem estilos de vida muito parecidos. 

Assim, como uma delas pode estar investindo enquanto a outra está atolada em dívidas? 

Uma realidade mais comum do que parece

Histórias como essa são muito mais comuns do que parecem. 

Muitas vezes, pessoas com salários e estilos de vida semelhantes têm situações financeiras completamente diferentes.

Algumas conseguem investir, enquanto outras vivem cheias de dívidas.

Infelizmente, a maioria dos brasileiros vive como a Paola. 

A maioria gasta todo o salário, não consegue poupar para formar uma reserva de emergência, não consegue poupar para realizar sonhos e não se prepara para a aposentadoria.

Muitas pessoas até pensam que gastam mais do que ganham. 

Porém, ninguém pode gastar mais do que recebe por muito tempo. 

Eventualmente, é possível extrapolar nas despesas, indo além do que se recebe. Essa possibilidade é dada pelo crédito.

A armadilha causada pelo crédito

Um jovem que está começando a trabalhar e que ganhe R$ 3.000 pode gastar R$ 3.200, por alguns meses. 

Porém, quando ele estiver devendo em torno de quatro salários, terá seu crédito cortado e deverá embutir em seu orçamento os juros sobre esta dívida

Provavelmente, passará muitos anos ou mesmo a vida inteira aproveitando apenas uma parte do seu salário. 

Isso porque a outra parte de seu salário inevitavelmente será direcionada ao pagamento de juros.

É justamente isto o que acontece com a Paola. 

Todos os meses, além das suas despesas normais, ela paga os juros de sua dívida. Os juros nada mais são do que o aluguel do dinheiro.

Pessoas que têm dívidas costumam dizer que devem para os bancos. 

Mas elas esquecem que todo o dinheiro dos bancos vem de pessoas que poupam e neles investem. 

Uma parte do dinheiro que os bancos emprestam vem de pessoas que compraram ações dos bancos e outra parte, a maior, vem de pessoas que investem em seus produtos financeiros.

Assim, enquanto a Paola paga aluguel do dinheiro que pega emprestado, a Márcia recebe juros do dinheiro que investe.

Mas como a Paola pode reverter essa situação? 

A boa notícia é que Paola consegue sair dessa situação sozinha. Eis o que ela precisa fazer.

1. Comece quitando suas dívidas

1. Comece quitando suas dívidas, ilustração

A primeira providência que Paola deve tomar é fazer um levantamento de todas as suas dívidas. 

Depois, analisar com extremo cuidado todos os seus gastos e eliminar tudo aquilo que é possível. 

Esse é o momento em que Paola precisa ser radical nos gastos, só gastar naquilo que for imprescindível.

Paola vai passar por momentos difíceis até quitar suas dívidas. 

Quanto mais cedo ela começar a organizar as suas finanças, mais cedo ela vai parar de pagar juros e vai começar a ter mais dinheiro para melhorar a qualidade de sua vida.

2. Construa uma reserva de imprevistos

2. Construa uma reserva de imprevistos ilustração

Depois de quitar suas dívidas, é hora de começar a investir para construir uma reserva de imprevistos e trabalhar por sua independência financeira. 

Idealmente, a reserva de emergência deve conter um valor referente a pelo menos seis meses do seu custo de vida. É ela que vai lhe dar liberdade quando imprevistos acontecerem, como a demissão do seu emprego ou uma doença na família.

As pessoas que alcançam o sucesso e que conseguem construir sua independência financeira são aquelas que gastam um pouco menos do que ganham e sabem investir o que sobra

É exatamente o que faz a Márcia.

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3. O segredo para fazer dinheiro sobrar

3. O segredo para fazer dinheiro sobrar, ilustração

Existem duas estratégias que são aconselháveis para reservar um dinheiro para ser investido.

Orçamento sob controle

A primeira estratégia: ter um orçamento sob controle

Para fazer isso, é preciso montar um orçamento mensal que contenha uma linha destinada ao dinheiro que sobrou para investimentos. 

Neste orçamento é importante anotar todos os gastos e passar esses gastos para uma planilha eletrônica, onde eles serão observados com cuidado para saber de onde o seu dinheiro vem e para onde ele vai. 

A Warren preparou uma planilha para te ajudar.

Reservar uma hora por semana para controlar o seu orçamento pessoal é o suficiente! 

Muitas pessoas dizem que não têm tempo para fazer isso. No entanto, gastam 40, 50 ou 60 horas semanais trabalhando. 

Se as pessoas trabalham tanto para ganhar o dinheiro, será que não justifica gastar poucas horas para fazer com que o dinheiro não as abandone tão rapidamente? 

Costumo dizer que o dinheiro é carente. 

Se não tivermos algum tempinho de dedicação, ele nos abandona e vai procurar alguém que possa lhe dar atenção. 

As pessoas que têm sucesso financeiro reservam tempo para se dedicar ao seu dinheiro. 

Por fim, é bom lembrar que ninguém controla aquilo que não conhece. 

O controle do orçamento nos permite fazer escolhas, nos permite direcionar nosso dinheiro para aquilo que realmente melhora a nossa vida e, não menos importante, nos possibilita eliminar os gastos que não contribuem para o nosso bem-estar.

Pague-se primeiro

A segunda estratégia: se pagar primeiro. 

Ela consiste em separar um percentual do seu salário logo que você o recebe e direcionar esse valor para investimentos que lhe garantam a independência financeira futura.

Em geral, uma pessoa recebe seus rendimentos, paga as dívidas, gasta com itens necessários e com itens nem tão importantes assim. 

Quando chega ao final do mês, verifica que não sobrou nada para se preparar para o futuro. 

Ou seja, quem trabalha e recebe o dinheiro é o último a se pagar — isso quando o pagamento acontece.

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Como funciona a árvore do dinheiro?

Antigamente, os agricultores colhiam a melhor parte de sua plantação para servir de semente para o ano seguinte. 

Quando realizamos investimentos mensais, estamos plantando nossa árvore do dinheiro, estamos nos preparando para o momento em que o rendimento da nossa poupança será suficiente para nos sustentar.

Uma forma simples de se pagar primeiro é aderir a um plano de previdência privada

Na Warren, você encontra ótimos planos de previdência com os menores custos do mercado.

A estratégia de se pagar primeiro tem a vantagem de ser fácil de executar.

Poupar uma parte do salário é muito bom. Ela permite que você se prepare para a aquisição da casa própria, para o estudo dos filhos e para uma aposentadoria tranquila. 

A poupança lhe dá de presente mais tranquilidade e paz de espírito para poder aproveitar melhor a vida.

Poupar é gerar uma semente e investir é plantar a semente da árvore do dinheiro. 

Então, como estão as suas finanças? Estão mais parecidas com as de Paola ou de Márcia? 

Se você tem dívidas, aja rápido para não passar a vida alugando dinheiro.

E, se você já consegue economizar todos os meses, traga seus investimentos para a Warren. 

Aqui na Warren, suas sementes encontram um solo fértil que lhe trará belos frutos no futuro — tudo é muito simples e descomplicado.

Abra sua conta agora mesmo e comece a investir em minutos.

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