Tribo de Aceleração: conheça o time tech que acelera a aprendizagem de pessoas desenvolvedoras da Warren  

Recrutar e reter talentos em tecnologia é essencial para que a Warren ofereça aos brasileiros a melhor experiência de investimentos.

O mercado tech, porém, passa por um período em que a demanda de profissionais qualificados é superior à oferta. 

Com o objetivo de fomentar a qualificação da área tech do país e aumentar o número de contratações, a Warren desenvolve ações e programas como o Warren Tech Academy e, desde janeiro, conta também com a tribo de Aceleração.

Neste conteúdo, vamos compartilhar com você o funcionamento dessa tribo e alguns cases de sucesso.

Vamos lá?

Tribo de Aceleração: o que é, como funciona e qual é seu objetivo

A tribo de Aceleração pertence à área de tecnologia, uma das mais estratégicas da empresa. 

Podemos definir a tribo como um núcleo que otimiza o processo de aprendizagem de profissionais em linguagens de programação e no entendimento do “jeito de fazer” da Warren.

Seu objetivo é preparar os profissionais para atuação em times de tecnologia da Warren.

A tribo se divide em duas squads: Everest, liderada por Wilian Silveira, e Canaveral, liderada por Lucas Fonseca. 

Entenda cada uma delas:

Squad Everest

Como o próprio nome sugere, se propõe a escalar profissionais, acelerando a aprendizagem técnica em quatro linguagens de programação: Flutter, Vue, Node e .NET.

Alexsandro Cordeiro, gerente da tribo de Aceleração, conta que na etapa de entrevista o candidato é questionado sobre a linguagem de seu interesse. 

Alexsandro Cordeiro, gerente da tribo de Aceleração.

“Assim que contratada, ela inicia uma trilha de desafios que simula o ambiente real. Ou seja, utiliza a mesma ferramenta que os desenvolvedores da casa para melhorar a plataforma ou criar uma nova feature”, conta.

Ele acrescenta que os novos profissionais resolvem desafios em vários níveis e que o cumprimento da trilha, junto à aplicação de uma avaliação, indica se ele está preparado para dar mais um passo, ingressando na squad Canaveral e, posteriormente, nos times tech da Warren.

O tempo máximo de permanência na squad Everest é de quatro meses, mas há pessoas que se destacam e estão aptas a evoluir mais rápido. 

Alexsandro cita o exemplo de duas mulheres que finalizaram o check-list em dois meses e já começaram a atuar como desenvolvedoras. “Elas eram profissionais fora da curva. Para nós, são cases de sucesso”, diz.

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Squad Canaveral

Aqui, o objetivo é reduzir o impacto do custo de setup das pessoas que estão entrando na Warren

Vamos explicar: ao entrar em um time, é natural que o profissional tenha diversas dúvidas para executar as tarefas, necessitando de apoio frequente de pessoas mais experientes, além de demandar um tempo de ambientação, entendendo como a empresa funciona e seu jeito de fazer as coisas.

O que a squad Canaveral faz é um onboarding institucional prolongado, para integrar e adaptar novos colaboradores, absorvendo o custo dessa curva de aprendizado, sem comprometer demais profissionais.

“Dentro da squad, todos os profissionais mais experientes que estão aí sabem que precisam dedicar seu tempo para ensinar. É um processo de mentoria”, explica Alexsandro.

Na Canaveral, os contratados ficam entre 2 a 4 semanas, depois, estão aptos a colaborar nos times de tecnologia da Warren.

Pessoas de tecnologia que chegam na Warren a partir de processos de fusão e aquisição — como a Box TI e a MeuPortfolio — também passam por essa squad, visto que elas já possuem qualificação técnica mas ainda precisam se ambientar.

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Cases de sucesso

A tribo de Aceleração é uma iniciativa recente, mas já cumpre seu objetivo de formar e inserir pessoas na carreira de desenvolvedor seguindo as práticas da Warren.

No caso da squad Canaveral, temos o exemplo de Marcos Michels, que em pouco mais de um mês já estava apto a atuar na área de tecnologia da Tribo de Growth.

Marcos Michels, que integrou a squad Canaveral.

O gerente da Tribo de Growth, Jonathan Santos, conta que “assim que recebi o Marcos no meu time ele já estava pronto para começar a trabalhar. Já sabia fazer os processos e entendia as boas práticas da empresa”.

Marcos chegou através da Box TI, uma empresa com foco em projetos de alta complexidade que foi adquirida pela Warren no início deste ano. Ele já tinha certa experiência e habilidade técnica para o cargo, mas sua integração com as áreas e tecnologias da empresa auxiliou bastante na sua evolução profissional.

“Pude conhecer melhor as áreas da Warren, as tecnologias e as pessoas”, afirma Marcos.

Outra pessoa que participou da Tribo de Aceleração, mas na squad Everest, e teve uma evolução positiva foi a Eduarda Manerich. Ao contrário de Marcos, ela não tinha tanta experiência, embora formada, e conseguiu aprofundar seus conhecimentos, preparando-se para demandas reais da equipe.

Eduarda Manerich, que integrou a squad Everest.

“Contei com excelentes profissionais nessa jornada, incluindo mentores e líderes, sempre acessíveis e disponíveis para ajudar em qualquer dúvida. Fiquei na equipe de aceleração por dois meses e há um mês faço parte da equipe de segurança da informação”, celebra.

O que você achou da iniciativa? Em nossa página de carreiras você encontra a relação de vagas disponíveis na área de tecnologia da Warren.


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