{"id":23359,"date":"2025-10-22T18:00:39","date_gmt":"2025-10-22T21:00:39","guid":{"rendered":"https:\/\/warren.com.br\/magazine\/?p=23359"},"modified":"2025-10-22T18:00:41","modified_gmt":"2025-10-22T21:00:41","slug":"como-o-brasil-pode-voltar-a-crescer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/warren.com.br\/magazine\/como-o-brasil-pode-voltar-a-crescer\/","title":{"rendered":"Como o Brasil pode voltar a crescer?"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Felipe Salto \u00e9 economista-chefe da Warren Investimentos. Foi Secret\u00e1rio da Fazenda e Planejamento do Estado de S\u00e3o Paulo.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Este artigo faz parte da editoria <em>&#8220;O Brasil de 2050&#8221;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Eis o desafio central do Brasil: retomar o crescimento econ\u00f4mico. <\/p>\n\n\n\n<p>Para isso, ser\u00e1 preciso um ajuste macroecon\u00f4mico \u00e0 altura, capaz de combinar juros mais baixos, controle permanente das contas p\u00fablicas, melhor aplica\u00e7\u00e3o dos recursos arrecadados da sociedade, expans\u00e3o do com\u00e9rcio internacional, cuidado com o meio-ambiente e incorpora\u00e7\u00e3o tempestiva de novas tecnologias. O resultado \u00e9 prosperidade com justi\u00e7a distributiva.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O Brasil avan\u00e7ou muito, desde os anos 1980, sobretudo depois da redemocratiza\u00e7\u00e3o. Debelamos a hiperinfla\u00e7\u00e3o, conquista inegoci\u00e1vel. Promulgamos uma Constitui\u00e7\u00e3o Cidad\u00e3, garantidora de direitos civis, sociais, ambientais, pol\u00edticos e econ\u00f4micos. H\u00e1 muito a comemorar.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas a constru\u00e7\u00e3o de sa\u00eddas para escapar do labirinto do baixo crescimento e dos n\u00edveis de pobreza e de desigualdade ainda elevados passa por retomar a capacidade de planejamento. As regras do jogo, as nossas institui\u00e7\u00f5es, s\u00e3o boas e est\u00e3o em constante aprimoramento, mas falta um norte. Vento algum pode auxiliar uma nau sem rumo.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O obst\u00e1culo \u00e9 a dificuldade de financiar o desenvolvimento de modo sustent\u00e1vel. A pr\u00f3pria Constitui\u00e7\u00e3o cont\u00e9m os elementos importantes para o planejamento. Um deles \u00e9 o Plano Plurianual, lei de iniciativa do Poder Executivo, a ser apreciada e fiscalizada pelo Legislativo, que imp\u00f5e um horizonte de quatro anos para os pol\u00edticos e os gestores p\u00fablicos. <\/p>\n\n\n\n<p>Sua relev\u00e2ncia precisa ser resgatada, no bojo de uma reforma or\u00e7ament\u00e1ria, que recoloque o debate sobre o uso do dinheiro p\u00fablico na boca do povo.<\/p>\n\n\n\n<p>O baixo crescimento econ\u00f4mico \u00e9 o espelho da dificuldade de empreender e de prosperar em um pa\u00eds que gasta muito e gasta mal. O custo t\u00e3o alto do capital, do dinheiro para investir, deriva dessa dificuldade de apontar um futuro menos opaco, de mostrar, com clareza, que o Estado para de p\u00e9 e n\u00e3o vai \u00e0 bancarrota. Falta, ainda, usar melhor as estruturas existentes para turbinar investimentos p\u00fablicos, necess\u00e1rios ao avan\u00e7o dos investimentos privados.<\/p>\n\n\n\n<p>Na presen\u00e7a de juros reais sistematicamente elevados, em boa medida explicados por essa desorganiza\u00e7\u00e3o do Estado, dificilmente escaparemos dessa armadilha de crescer pouco. A bolsa de valores, o mercado de capitais e, portanto, a sofistica\u00e7\u00e3o e a complexidade da economia s\u00f3 encontrar\u00e3o lugar quando conseguirmos migrar para um modelo econ\u00f4mico mais coeso. Os juros representam o custo de oportunidade do investimento produtivo. Quanto mais elevados, menor o n\u00famero de projetos de investimentos vi\u00e1veis na economia real. Simplesmente, porque se mostra mais vantajoso deixar o dinheiro parado rendendo juros f\u00e1ceis.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir de dados do IpeaData, constata-se como o pa\u00eds perdeu tra\u00e7\u00e3o em termos de desenvolvimento econ\u00f4mico. As taxas de aumento do Produto Interno Bruto, o PIB, que chegaram aos dois d\u00edgitos, nos anos 1970, nunca mais retornaram \u00e0queles patamares.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O Gr\u00e1fico 1, a seguir, esbo\u00e7a essa trajet\u00f3ria da varia\u00e7\u00e3o percentual real do PIB ano a ano. Nas linhas retas mais escuras, pode-se observar, adicionalmente, a m\u00e9dia dessas taxas para per\u00edodos selecionados: 1945 a 1954, 1955 a 1964 etc.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Gr\u00e1fico 1: Taxas reais de crescimento do PIB \u2013 1945 a 2024 (%)<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"924\" height=\"536\" src=\"https:\/\/warren.com.br\/magazine\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/image-5.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-23360\" srcset=\"https:\/\/warren.com.br\/magazine\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/image-5.png 924w, https:\/\/warren.com.br\/magazine\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/image-5-300x174.png 300w, https:\/\/warren.com.br\/magazine\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/image-5-768x446.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 924px) 100vw, 924px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fonte: IpeaData. Elabora\u00e7\u00e3o: Felipe Salto.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O Brasil parou de pensar e de planejar o futuro a partir das estruturas existentes para essa finalidade. Deixou para depois essa atividade fundamental, ainda que n\u00e3o deliberadamente, em muitos casos. A ideia-for\u00e7a de que bastaria observar o chamado trip\u00e9 macroecon\u00f4mico para, em seguida, colher prosperidade, prevaleceu. E fracassou.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de essa tr\u00edade \u2013 regime de c\u00e2mbio flutuante, metas para a infla\u00e7\u00e3o e responsabilidade fiscal \u2013 ser fundamental, ela \u00e9 apenas uma esp\u00e9cie de condi\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria, mas n\u00e3o suficiente. Hoje, \u00e9 poss\u00edvel constatar com maior clareza. Afinal, as consequ\u00eancias chegam sempre depois, na linha do Conselheiro Ac\u00e1cio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O trip\u00e9 foi importante para consolidar a infla\u00e7\u00e3o baixa e trazer ao topo da agenda o equil\u00edbrio fiscal. Tamb\u00e9m permitiu que atra\u00edssemos capitais estrangeiros de boa qualidade, por meio da garantia da livre flutua\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar frente ao real. Quando se garante que a taxa de c\u00e2mbio pode subir e descer, livremente, a atra\u00e7\u00e3o de capitais estrangeiros tende a ser maior, porque se pressup\u00f5e que n\u00e3o haver\u00e1 controle do dinheiro que entra e sai do pa\u00eds, por exemplo.<\/p>\n\n\n\n<p>Contudo, para crescer, resta ir al\u00e9m dos objetivos de curto prazo, sem descuidar dessa tarefa mais b\u00e1sica. A responsabilidade fiscal permanente \u00e9 apenas uma etapa. Sem resolver o d\u00e9ficit p\u00fablico total, de cerca de 8% do PIB, que se combina com d\u00edvida igualmente alta, de 80% do PIB, n\u00e3o vamos a lugar algum.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nossos n\u00edveis de endividamento e de carga tribut\u00e1ria superam os observados em pa\u00edses com mesmo n\u00edvel de renda per capita. Assim, \u00e9 preciso resolver a equa\u00e7\u00e3o das contas p\u00fablicas para que os juros possam diminuir e o investimento e o crescimento, florescer.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A qualidade do gasto p\u00fablico parece ser a chave para melhorar o modelo de financiamento do desenvolvimento no Brasil. N\u00e3o se trata, apenas, de conter o aumento da despesa, mas, tamb\u00e9m, de promover um pente-fino nos or\u00e7amentos p\u00fablicos. Separar o joio do trigo.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Como gastamos os recursos em educa\u00e7\u00e3o? Quais os resultados dos recursos destinados aos programas sociais? \u00c9 boa a aplica\u00e7\u00e3o dos or\u00e7amentos da Sa\u00fade, da Seguran\u00e7a, da Infraestrutura etc.? Os incentivos, isen\u00e7\u00f5es, regimes especiais, subs\u00eddios credit\u00edcios e cong\u00eaneres est\u00e3o promovendo crescimento e emprego ou s\u00e3o apenas lascas retiradas do Or\u00e7amento?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Responder a essas perguntas \u00e9 fundamental para sairmos do debate de curt\u00edssimo prazo \u2013 relevante e inescap\u00e1vel \u2013 e acendermos o farol alto sobre o futuro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em outra frente, cabe debater como ampliar as possibilidades de com\u00e9rcio internacional, dado o contexto de divis\u00e3o de processos de produ\u00e7\u00e3o e de discrep\u00e2ncias tecnol\u00f3gicas t\u00e3o patentes entre os pa\u00edses menos e mais desenvolvidos, sem contar o caso \u00e0 parte (e assustador) da China. O aumento da corrente de com\u00e9rcio \u00e9 fundamental para expandir a competitividade e a produtividade das empresas nacionais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Uma quest\u00e3o que se coloca, ainda, e com a qual nos deparamos no tema da IA (Intelig\u00eancia Artificial), \u00e9 repensar o mercado de trabalho. O Brasil parece ter estacionado no tempo, notadamente, quando nos lembramos de que o mundo j\u00e1 est\u00e1 muito adiantado nesse debate.<\/p>\n\n\n\n<p>Nas quest\u00f5es ambientais, a COP 30 ser\u00e1 um marco fundamental para recolocar os olhos do mundo no Brasil e reposicionar a economia nacional como ator central nas discuss\u00f5es sobre: mercado de carbono, emerg\u00eancia clim\u00e1tica, Amaz\u00f4nia, explora\u00e7\u00e3o de recursos naturais e fontes limpas e renov\u00e1veis de energia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As nossas vantagens comparativas, nessa seara, s\u00e3o m\u00faltiplas. Os ganhos econ\u00f4micos e de com\u00e9rcio, no bojo do acordo entre Mercosul e Uni\u00e3o Europeia, estar\u00e3o, potencialmente, associados aos avan\u00e7os da agenda ambiental e clim\u00e1tica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O Brasil, um pa\u00eds solid\u00e1rio, que franqueou direitos sociais, pelo controle da infla\u00e7\u00e3o e pela cria\u00e7\u00e3o de programas sociais exitosos, tem, nesta quadra da hist\u00f3ria, o desafio de superar os entraves estruturais ao crescimento econ\u00f4mico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O objetivo? Legar, principalmente aos que mais dependem do Estado, melhores chances de prosperar e de viver com dignidade. Parafraseando Chico Buarque: j\u00e1 faz tempo que a gente cultiva a mais linda roseira que h\u00e1; chegou a hora de reencontramos nosso destino, como na\u00e7\u00e3o, como coletividade, e carregar a roda-viva pra l\u00e1.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil precisa reencontrar seu rumo de crescimento.<\/p>\n","protected":false},"author":94,"featured_media":23373,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[1016],"tags":[],"class_list":["post-23359","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-por-dentro-do-mercado","entry"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Como o Brasil pode voltar a crescer? | Warren Magazine<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Depois de avan\u00e7os importantes, o Brasil parece ter perdido o rumo do crescimento. 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