Warren recebe R$ 120 milhões em nova rodada de investimento

2020 tem sido um ano desafiador para todos nós. Estamos vivendo uma época de crise na saúde pública mundial, que chegou como uma avalanche nas economias pelo mundo e nas nossas vidas.

E, mesmo em um momento tão sensível, acabamos consolidando a nossa Series B, que atraiu mais de R$ 120 milhões de investimentos, em uma iniciativa liderada pelo fundo de venture capital QED Investors.

A rodada conta ainda com a participação dos fundos Kaszek Ventures, Ribbit e Chromo Invest, que já eram nossos investidores desde a nossa Series A, e MELI Fund, WPA e Quartz, que entram para o time, junto com a QED, na Series B.

“A nossa meta é seguir investindo principalmente em tecnologia. Vamos continuar entregando a melhor experiência de investimento para os usuários das nossas plataformas em um modelo totalmente alinhado aos interesses do investidor, pauta que ganhou ainda mais relevância nos últimos tempos”, explica Tito Gusmão, nosso CEO.

Veja as matérias sobre a Series B da Warren na Exame, no Valor Econômico, no Estadão e na Forbes.

O que bancos e outras corretoras não fazem: eliminamos o conflito de interesses

A Warren adota o modelo fee-based, que cobra um percentual fixo para fazer a gestão dos recursos. Dessa forma, eliminamos o conflito de interesse e oferecemos os melhores produtos para o cliente, já que, quanto mais essa carteira render, mais todos os envolvidos vão ganhar.

“Nós acreditamos que a gestão de patrimônio no Brasil atualmente passa por uma revolução. Os investidores já reconhecem mais os danos que as altas comissões causam às suas carteiras. A Warren sempre trouxe como foco a transparência e o foco no cliente, fazendo isso de uma maneira inédita no mercado brasileiro. Estamos empolgados”, explica Lauren Morton, sócia da QED Investors.

Recente no mercado brasileiro, esse modelo alinhado é um contraponto ao commission-based, hoje oferecido por outras corretoras e bancos. Nesta outra opção, a remuneração das empresas se dá pela compra de produtos, com profissionais que trabalham com metas de venda, o que pode levar o cliente a investir em produtos que, no fim, trazem retornos maiores para as instituições financeiras.

Trabalhar com transparência e respeito ao investidor brasileiro foi uma das razões pela captação da Series B.

“Em um ambiente com taxas de juros baixas, é mais importante do que nunca que o público tenha acesso a diversas opções de investimento de qualidade, com custo baixo e transparência”, reforça Nikolay Kostov, sócio da Ribbit.

Nicolas Berman, sócio do Kaszek Ventures, também compartilha a tese. 

“A Warren antecipou para o mercado de investimentos no Brasil um jeito de investir que já é realidade em países com economias mais maduras. O modelo fee-based que adotam apresentou para o investidor o que já se começa a chamar no país de corretagem em um modelo 3.0”, ressalta.

Para Tiago Wallau Kretzmann, sócio da Chromo Invest, o brasileiro está descobrindo aos poucos essa “terceira via” de investimentos.

“O caminho do alinhamento nos investimentos é inevitável, e a Warren é um agente fundamental nessa transformação. Sua vocação natural para educação financeira, principalmente de clientes mais jovens ou antes à margem do mercado, tem importante papel social e no potencial de poupança do país”, explica Kretzmann.

Ampliação de atuação

Com mais de 130 mil clientes e R$ 2 bilhões de ativos sob gestão, nós pretendemos multiplicar esse patrimônio por cinco até o fim de 2021, atingindo a marca de R$ 10 bilhões. 

E para ampliar o alcance da plataforma, devemos manter o ritmo de contratação dos últimos três meses, quando cerca de 100 profissionais foram incorporados ao nosso quadro. Agora, o objetivo é recrutar mais 80 pessoas até o fim do ano. Veja nossas vagas aqui.

Outro destino do investimento é no aprimoramento da nossa plataforma para parceiros, a Warren for Business

“Queremos dobrar a nossa base de parceiros. Hoje temos mais de 200 conectados e pretendemos chegar a 400 até o fim do ano”, explica Tito.

Apesar de termos o digital no nosso DNA, estamos cada vez mais abrindo espaços físicos para atendimento presencial para os seus clientes e parceiros. Já temos escritórios em Porto Alegre, São Paulo, Curitiba, Jaraguá do Sul, Itajaí, Blumenau, Florianópolis. 

Até dezembro, mais cinco cidades devem contar com o serviço, que tem foco no atendimento de clientes B2B e de alta renda.

“Identificamos na Warren muitos dos elementos que compõem a tese de investimentos do MELI Fund: uma equipe muito competente, um produto diferenciado e uma vasta gama de sinergias a serem exploradas com o Mercado Livre”, observa Renato Pereira, do MELI Fund, sobre a inclusão da Warren no portfólio do grupo.

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