Quando é a próxima reunião do Copom? Confira a agenda do comitê para 2022  

A próxima reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) ocorre nos dias 2 e 3 de agosto de 2022.

Como você provavelmente já sabe, as reuniões do Copom estão entre os eventos mais importantes para o mercado financeiro brasileiro.

Os membros do comitê do Banco Central se reúnem regularmente, realizando reuniões que duram dois dias.

Ao final de cada reunião, o mercado é informado a respeito da decisão do órgão em relação à taxa Selic, a taxa básica de juros no Brasil.

Neste artigo, trazemos a agenda do Copom para 2022 e um breve contexto sobre a importância deste encontro.

Quando é a próxima reunião do Copom?

A próxima reunião do Copom ocorre nos dias 2 e 3 de agosto de 2022. Ao fim do segundo dia de reunião, o Copom divulgará a decisão a respeito da taxa Selic — se optou por aumentá-la, diminuí-la ou mantê-la em seu atual patamar. A Selic atualmente está em 13,25% ao ano.

Calendário de reuniões do Copom para 2022

Em 2022, o Copom se reúne nas seguintes datas:

  • 1 e 2 de fevereiro
  • 15 e 16 de março
  • 3 e 4 de maio
  • 14 e 15 de junho
  • 2 e 3 de agosto
  • 20 e 21 de setembro
  • 25 e 26 de outubro
  • 6 e 7 de dezembro

Como funciona a reunião do Copom?

A reunião envolve uma análise da economia brasileira e do mercado, de modo a embasar a decisão dos membros do comitê a respeito da taxa básica de juros do Brasil.

O valor da Selic a ser acordado em reunião é decidido a partir de votação com maioria simples. Em caso de empate entre os oito membros do órgão, cabe ao presidente do Banco Central a decisão final.

Para esclarecer as motivações por trás do movimento ou manutenção da Selic, o Copom divulga na semana seguinte à reunião uma ata completa para o público interessado.

Por que a reunião do Copom e as alterações na Selic são relevantes para os investimentos?

A Selic é a taxa básica de juros do país, afetando todas as demais taxas de juros no Brasil.

Desta forma, se a Selic muda, mudam também o rendimento de diversas aplicações de renda fixa atreladas à taxa, como é o caso do Tesouro Selic, entre diversos outros.

Para além do impacto direto da Selic em títulos que dependem do seu valor, as mudanças na taxa de juros realizadas pelo Copom refletem a situação econômica do país e o risco de inflação.

Desta forma, a reunião do Copom e sua decisão final também expressam a postura que o Banco Central decide assumir em sua política monetária frente aos desafios que a economia encara no momento da decisão.

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